quinta-feira, setembro 14, 2006

Life is like this...

Ontem, tive uma decepção muito grande com uma pessoa que amo muito.

Posso dizer que "broke my heart", pois não esperava tal atitude. Alguns, se soubessem do assunto, talvez questionassem minha mágoa. Mas o como os outros interpretam nossos sentimentos é bem diferente de como os sentimos. Talvez seja a razão de muitas confusões emocionais que acontecem dentro de nosso coração.

Difícil imaginar que alguém que tu serias capaz de morrer por, possa te magoar de uma forma tão inesplicável. Pior, por uma bobagem. Por uma supertição "silly" e sem sentido.

Incrível é a maneira como pequenos gestos transformam nossas atitudes perante a vida. Não deveria ser assim. Não deveríamos mudar, simplesmente porque fomos magoados. Não deveríamos deixar de confiar nas pessoas, nos puros sentimentos. Não deveríamos deixar nossa doçura ser penetrada pelo fel da dúvida, da ingratidão, da mentira, da omissão, enfim das coisas negativas.

Queria eu poder olhar minha magoa e jogá-la pela janela. Queria poder arrancá-la de minha memória para que a mesma não se perpetuasse em meu coração. Não se espalhace pela minha vida e apodrecesse meu jardim.

Mas infelizmente a vida é assim. Não podemos apagar os nosso arranhões e cicatrizes. Dizem que isso ocorre para que jamais voltemos a cometer os mesmos erros. Para que possamos fazer escolhas diferentes baseadas nas nossas esperiências. Concordo. Porém algumas cicatrizes ferem a alma e diminuem o nosso amor. E isso, sim, é ruim.

see ya,

quarta-feira, setembro 13, 2006

Refeitórios

Quer me ver realmente irritada? É a hora do almoço em um refeitório sem vergonha na cara!!

Cara, é inacreditável a capaciade com que essas empresas se empenham em fazer comida ruim com ingredientes bons. É um total descompromentimento com o gosto, com o resustado final. Às vezes fico pensando que as cozinheiras (os) apenas "jogam" os ingredientes na panela esperando que no final saia alguma coisa "comível".

Hoje, particurlamente, estou muito, mas muito irritada mesmo. No cardápio que nos informam todas as manhãs constava : frango ao molho de ervilhas. Excelente, pensei! Qual foi minha surpresa quando cheguei no buffet? Não era frango. Era um pedaço de uma parte da algum animal a ser decifrado. "O que é isso?!", perguntei. "É peru. É peru." respondeu uma das funcionárias, enquanto outra, ria meio que ironicamente, provalvelmente pensando: "eu sabia. eu sabia que ninguém iria acreditar! ".

Peru?!!! Peru uma ova, com o perdão da expressão. Eu amo cozinhar. Eu adoro culinária. E acima de tudo conheço muito bem um peru. Aquilo não era peru nem aqui nem na china. Parecia muito mais um ratão ensopado. Nojenjo!!

Não, não pense que fui apenas eu a reclamar. A maioria das pessoas ficava com a colher "rolando" aquele objeto escroto de um lado para o outro não acreditando que aquilo estava acontecendo.

Nada mais a declarar. Estou P. da vida! Falta de respeito total com uma sagrada refeição para mim é inaceitável!

E tenho dito.

terça-feira, setembro 12, 2006

Pointless

Hoje estou com pouco ou quase nenhuma, vontade de trabalhar. Sabe aqueles dias em que tudo parece pointless? Pois é. Minha vontade era de estar em outro lugar, de ser outra pessoa, enfim de viver outra vida.

Estranho esse sentimento que me invade e acredito invada muitas pessoas. Essa sensação de não ser completo, de estar fazendo tudo errado. Sensação de que as outras vidas são muito mais interessantes. De que a grama do vizinho é sempre mais verde. Inveja? Não. Não acredito que seja esse o sentimento. Talvez, mais apropriado seria dizer, sensação de ausência de vida. De que a vida está passando e eu estou apenas assistindo ao invés de atuar.

Agora mesmo, minhas colegas estavam perguntado quantos anos eu tinha. Eu respondi, 29 anos. “Então tu vais fazer 30 em ...Difícil, né?”, me disse uma delas. Pensei. Refleti e disse: “Não é que seja difícil. Estranho é ver aonde estou e como eu me imaginava que estaria com essa idade.”.

Mas esse post não é sobre idade. Sobre os tão temidos TRINTA. Ele é na verdade um desabafo. Acho que fiquei pensativa depois que fui no blog Coisas Bobas e vi um link para um discurso do Steve Job (fundador da apple) para formandos.

Muito legal. Fala de aproveitarmos ao máximo nossa vida e de não ver nas coisas negativas um desvio ou uma falha. Enxergar os caminhos diferentes que a vida nos propõe, diferentemente do que havíamos planejado, como uma coisa boa. De que não ter seguido pela trilha da direita e ter ido pela da esquerda, foi na verdade um golpe de sorte para estarmos aonde estamos atualmente.

No entanto, o que mais mexeu comigo foi a parte em que ele diz que todos os dias se olha no espelho e se pergunta se ele quer fazer aquilo pelo resto da vida, e se a resposta for não por vários dias seguidos, ele sabe que deve mudar o seu caminho. Ai fiquei pensando, que eu faço essa pergunta quase que diariamente. E a resposta não é das mais positivas não.

Não que eu seja a pessoa mais infeliz, pelo contrário. Mas gostaria de fazer outras coisas. Queria uma vida mais emocionante. Como no começo desse post, possuir aquele jardim mais verde. Olho alguns blogs tão legais. Vejo a vida deles tão excitantes, e quero a mesma coisa para mim.

Talvez seja uma miopia isso. Porque, afinal, eu só vejo o que eles me mostram. E quem gosta de mostrar coisas feias? Será que a vida deles é tão maravilhosa assim? Dúvido. Mas mesmo assim continuo a olhar pela janela e esquecendo das coisas boas do meu próprio quintal.

Talvez seja esse o meu grande desafio nessa vida: olhar o meu quintal e achá-lo o mais bonito, o mais desejado e o mais perfeito do mundo.

Espero... não! Eu vou conseguir fazer isso... um dia.

See ya,

quinta-feira, agosto 17, 2006

ALMA COLORADA!!!!!




Ontem foi um momento inesquecível, quando finalmente o meu time do coração conquistou a Taça Libertadores da América.

Chorei e rezei e chorei novamente. Coração saltitando dentro do peito. O corpo vibrava de tanta alegria, parecendo ter sido atingido por um raio. Tive vontade de berrar, de sair e dizer ao mundo que após tanta espera aquilo estava acontecendo. Estávamos sendo reconhecidos! A Alma Colorada estava sendo vingada.

Peninha que tive que assistir sozinha ao jogo. Meu noivo ao lado dormia como se nada estivesse acontecendo. A televisão em preto e branco desde a semana passada, não me deixou enxergar as cores vibrantes que resplandeciam no céu, mas não foi tão terrível, pois meu coração e minha mente sabiam da beleza do espetáculo. Era como se eu estivesse vendo em vermelho aquela multidão eufórica de alegria.

Liguei para o Pai e urrei no telefone :"Nós conseguimos. Nós conseguimos! Foi difícil mas nós conseguimos!!" , do outro lado da linha meu pai só era risos!

Já meu maninho, gremista fanático, só ficava ouvindo sem emitir nenhum som. Meu cunhado nem quis atender o telefone.. ahahah, não quis me dar esse gostinho. Mas não dá nada. O silêncio falava por eles. Não tinha mais o que fazer. Não tinha mais o que secar. Nós havíamos conquistado o título por tanto sonhado.

Que tamanha alegria coração. Que tamanha alegria.

Parabérns a todos os jogadores que souberam com força, garra, brilhantismo e acima de tudo humildade, alegrar milhões de corações. Parabéns ao Clemer que segurou a pressão até o último minuto. Parabéns ao Tinga, que mesmo expulso, nos encheu o coração de esperança novamente. Parabéns ao Sobis que sozinho no campo do adversário corria para deixar bem claro a mensagem "não desistiremos jamais!, nem com o jogo quase ganho".

Parabéns a todos os colorados que assim como eu choraram de alegria e esperavam por essa maravilhosa sensação!!



quarta-feira, agosto 16, 2006

Presentinhos...

Assuntos mais leves...

Eu estou querendo há dias colocar um post de agradecimento ao meu amigo Timur from Russia. Tão queridinho ele, me enviou umas guloseimas e aquelas bonequinhas russas que vão diminuido a medida que vamos tirando uma de dentro da outra.

Queria colocar a foto dos presentinhos aqui. Mas como não tenho camera digital fico só na vontade. Mas vou ver se pego emprestada da minha irmã e publico para guardar para o resto da minha vida, antes que eu devore as guloseimas.

Presentinho 2: meu lindo e maravilhoso noivinhos foi para Sampa e voltou com um mp3 vermelhinho da Sony de presente para mim. Ai, fiquei tão feliz. Coisa mais fofa ele.

Bitoquinhas para ambos.

ps: acho que nunca nenhum dos dois vai ler esse post. O primeiro porque não fala português e o outro porquê não curte muito blogs. Mas o importante é registrar, e isso, sim, está feito!

See ya,

O Aprendiz 3

Eu sei que disse no post anterior que eu queria escrever sobre assuntos que pensei há algum tempo. Mas me deu uma vontade de comentar o programa.. então como isso aqui é meu mesmo, lá vai.

Ontem passou o 4º espisódio da temporada do O Aprendiz 3 . Devo confessar que fiquei um tanto quanto nervosa assistindo a realização das tarefas por cada equipe. Acho que deve ter sido por ter me imaginado na mesma situação. Fiquei toda dolorida no final do programa.

Acho que o Justos demitiu o líder com coerência. O demitido da vez, foi o mesmo cara que pregou uma postura ética de um outro colega de grupo, mas na hora de liderar esqueceu esses princípios.

Ontem, para mim, ele teve ainda outra atitude imprópria para um líder. Julgou uma das pessoas de sua equipe sem ter informações suficientes e baseado em preconceitos. Muito feio.

O argumento utilizado por ele para demitir colega foi a falta de comprometimento da mesma para com o grupo. "Ah.. mas isso seria uma boa razão", deve estar pensando você. Seria. Seria se ele estivesse junto ao grupo para presenciar tal situação. Mas ele não estava. Apenas supos que ela não era comprometida, porque ela não ficava ligando para ele para dar satisfação. "Bom, mas isso tbm é uma razão". Concordo, mas ela não estava sozinha. Estava com dois colegas que estavam repassando para o líder a posição do grupo quanto aquela tarefa. Não era necessário a ligação de cada um dos membros para relatar a cada minuto o que os 3 estavam fazendo juntos.

O Justos até comentou com a candidata em questão que talvez ela devesse aparecer mais para o líder, considerando que ele estaria julgando suas atitudes baseado nas informações que ela passasse para ele. Ela concordou que foi ingênua em não tomar essa atitude. O Justos foi totalmente irônico dizendo que ingênuidade não era para líderes. Não gostei. Se eu tivesse lá teria respondido, que minha preocupação era com o resultado do grupo e não ficar fazendo "marketing pessoal" para me promover, que eu acredita que a minha competência falaria por mim mesmo sem a necessidade de ficar aparecendo.

Bom, mas eu não estou lá. Talvez porque não me acredite capaz de chegar a tal disputa, ou porque, na verdade, não sei se gostaria de passar por essas provas. Não sei se gostaria de chegar ao topo tendo que passar por tantas humilhações e ter que conviver com pessoas com caráter no mínimo duvidoso, como é o caso do tal Peter.

Esse é um carinha que merecia um outro post. Mas não estou afim agora.

Vamos ver o que ele vai aprontar nos próximos programas. Ai, se valer a pena, eu escrevo my opinion.

See ya,

Random Thoughts

As vezes tenho tantas coisas que gostaria de publicar aqui, mas que acabam se perdendo no tempo e espaço. Geralmente as idéias são formuladas, ou melhor, pensadas em lugares diferentes ou em horários em que não estou disponível para escrevê-las.

Aí eu fico pensando nos inúmeros blogs legais que tenho encontrado e que apresentam idéias, layouts, informações tão interessantes. Como será que eles conseguem fazer isso? Como conseguem disponibilizar tanto tempo e atenção a esse hobby?

Prêmios existem até. Inacreditávelmente, pessoas são premiadas pelos seus blogs!!! E eu mau consigo colocar todas as idéias que tenho...

Será que deveria ir armazenando em um tipo de "caderninho"? Mas será que isso não tira a expotanedade? Será que não acaba ao invés de se tornar um momento de desafabo e de compartilhar pensamentos com uma obrigação de agradar os possíveis leitores?

Sei lá. Ao mesmo tempo que quero tornar esse blog um momento único e especial, meu refúgio. Também quero que ele seja bonito, atrativo. Acredito que deve ser quase como um autor de livros que ao iniciar sua carreira não objetiva o sucesso e sim contar uma história, mas que depois de um certo tempo, acaba por se comprometer em agradar seus leitores, atender suas expectativas de modo a transformar sua forma inicial de escrita.

Nossa, que história bem maluca essa. Daria para "delirar" muito em cima disso.

Mas na verdade não quero.

Quero hoje, expor algumas post que eu "formulei" há alguns dias.

Lets see,

sexta-feira, agosto 11, 2006

Creme de Milho alla Pil

Faz dias que estou querendo publicar aqui uma receita adaptada que fiz de Creme de Milho.

Adoro os blogs relacionados a comida, eles enriquecem a rede compartilhando inúmeros sabores. Algum dia desses eu listo os meus prediletos.

Vamos a receita

Creme de Milho

1 lata de milho em conserva (procure aqueles mais doces)
1 vidro pequeno de leite de coco
2 colheres de sopa de açúcar mascavo
1/2 talo de alho-poró
1 pitada de massala (tempero indiano)
4 kani-kama picados


Preparo:

Refogue bem o alho-poró em azeite de oliva, quando estiver bem "murchinho" acrescente o milho escorrido (reserve a água). Tempere com sal, pimenta do reino e alho moídos. Acrescente a massala.

Bata todo o refogado no liquidificador, junto com o leite de coco e a água reservada.

Depois de tudo bem batido, leve ao fogo novamente com mais 1 copo de água. Deixer ferver, sempre mexendo. Desligue. Acresente o kani-kama picado e voila.. delicie-se!!

ps (eu não coei, porque gosto de sentir as fibras do milho, mas se preferir mais lisinho, coe antes de levar ao fogo novamente).

Espero que gostem.

See ya,


Gray

Hoje tá um daqueles dias que nunca deveríamos ser obrigados a sair da cama. Cinzento. Frio. E pior, com chuva. Ai ai ai.

Vou para Floripa de "busum" hoje a noite. Realmente espero que São Pedro, tenha um pouco de piedade e não leve essa chuva comigo.

Quero um dia dos Pais ensolarado e bem quentinho, com direito a praia e tudo.

Era wilson,

hehehe

Comportamentos...

É incrível o comportamento humano. Nunca deixa de me surpreender, mesmo com as coisas mais simples. Bobagens mesmo, mas que de alguma forma sempre me põem a pensar.

Agora mesmo, uma colega, aqui doravante chamade de A, da minha "ilha" de trabalho (estamos sentados em X) pediu-me para navegarmos no Google Earth que está instalado no meu computador. Antes mesmo de eu responder, a outra colega B , apressou-se em dizer "instala no teu, hoje o teu já pode". Bom, para ficarem bem a parte do assunto, somente o meu computador suportava tal programa.

Pois bem, mas o motivo dessa introdução longo é para "postar" o cíumes da golega B. Têm dias que isso me deixa muito, mas muito P. da vida.

Não, não sou a preferida, pelo contrário. Entrei no grupo muito tempo depois de ele ter sido formado (acho q uns 10 anos) e canso de sofrer certas formas de "preconceito" e "descriminação" por ambas meninas (quarto elemento é um homem). Antes isso me incomodava bastante, muitas vezes inclusive, chorei no banheiro. Hoje tento controlar minhas inseguranças e relevar. Tento dizer para mim mesmo, que isso é normal, e que eu não devo me incomodar com a falta de consideração e educação das mesmas, mas isso me perturba as vezes.

Well, estou escrevendo esse post, não?

Bom, sei que para quem vier a ler esse post, que a história e conclusão desse texto vai ficar meio esquisita ou sem sentindo. Mas se eu estou tentando esquecer essas coisas pequenas, não devo dar muito atenção a isso, certo?

Então era isso, vamos a um post com conteúdo melhor...

see ya,

terça-feira, agosto 08, 2006

Por hoje é só!

Tentei e tentei decifrar os códigos fonte da meu blog, mas infelizmente o máximo que consegui foi o que você está vendo hoje.

Não. Não pense que desisti. Pelo contrário, vou tentar baixar algum programa que me ajude ao invés de tentar "ler" o que outra pessoa programou. Mas isso não vai ser por agora.. ando meio cansada de só mexer no visu e não escrever nada.

Descobri alguns blogs muito interessantes que espero ter mais tempo para desvendá-los, e para isso não posso perder meu precioso horário de almoço, tentando e tentando.

Thats it!

Voltemos a vida do blog normalmente, e a beleza (que é fundamental) vai ter q aguardar um poquito mas.. hehehe

See ya,

segunda-feira, agosto 07, 2006

quarta-feira, agosto 02, 2006

and again

Another test

Caca..

Pois bem.. não tô dando tão certo como designer.. but I will keep trying...

see ya,

sexta-feira, julho 28, 2006

Tentando mudar meu visu...

quinta-feira, julho 27, 2006

Almoço X Dieta X TPM

Nham, nham.. acabei de almoçar. Feijoada. Tava gostosa, mesmo sendo preparada em refeitório. Tudo que tinha direito estava incluso nessa maravilhosa iguaria negra. Comi mais do que devia e mais do que poderia.

Dieta. Sempre a dieta. Mas agora com um propósito bem maior: meu casamento. Sim, é ele que me segura a gula, que me impede de devorar tudo o que vem pela frente. Li ontem, o que já estou cansada de saber: comer em excesso é uma fulga.. mas que fulga gostoso essa.

Bom, isso não é o fundamental hoje. Tô escrevendo porque estou simplemente morrendo de vontade de comer um chocolate. Ô maldita TPM... geralmente não tô nem ai para os doces, mas é eu entrar nessa fase que viro uma alucinada!!

Pior é (ou melhor) que estou trancada no serviço sem chance alguma de conseguir um mísero pedacinho de chocolate...

E para somar a tudo isso "chove lá fora, e aqui faz tanto frio" heehe. Hoje acordei e o toró tava formado.. pensei, pensei.. "que desculpa, posso dar para faltar ao serviço? Dilúvio? Distúrbio alimentar? Enxaqueca aguda? Morri e ninguém me avisou?" Naaaaaaaan.. nada disso iria adiantar.. o jeito foi tomar coragem, encarar a chuva e vir trabalhar.

Cá estou, com chuva, e com essa vontade de comer chocolate!! Ai, ai ai...

see ya

quarta-feira, julho 26, 2006

Back again...

Ciao per tutti,

Pois é.. depois de um certo tempo sem escrever, cá estou eu de novo. Resolvi hoje não escrever primeiro o blog no word para evitar os terríveis mistakes e depois copiá-lo para cá. Resolvi apenas escrever, com erros, com acertos, assim como a vida é.

Terminei faz 2 semanas a leitura de "A vida escrita a mão". Devo confessar que o término dessa leitura foi o motivo da minha ausência por aqui. Na verdade, não necessariamente o término, mas as modificações que "vi" ocorrer na escritora.

Ficou bastante distante, um tanto quanto supérfulo os assuntos. E isso de certa forma me chateou. Pensei que talvez fosse sem sentindo escrever um blog meu, para depois me decepcinar com comentários aponto de alterar meu estilo e minha história.

Mas hoje, depois de um tempo, percebi que não preciso ser igual a ela. Não preciso ambicionar ser tão boa escritora. Não preciso transformar esse blog em uma atualização diária. Preciso apenas estar com vontade de expor meus pensamentos e então escrever. Thats it. Nothing more.

Então cá eu estou. Sem mais assuntos relacionados somente a leitura que antes me prendia e me facinava. É tempo de registrar meus anseios, meus sonhos, minhas frustações, enfim minha vida.

E esse com certeza é um novo começo. Um começo descompromissado de agrados, de espectavivas, de aceitação. Escrevo apenas porque gosto e porque me faz bem.

Assim será de hoje em diante. Escreverei para mim, e com muita sorte, para alguns poucos leitores que se identificarem com minhas idéias. E se no futuro conseguir dedicar um tempo mais longo, procurarei alterar o "visu" desse blog. Tempera-lo com um pouco de amor, uma pitada de alegria, um bocado de esperança e cozinhar tudo a fogo brando.

Welcome to all! E deixem se efeitiçar pelos meus temperos.

baci

Pil

sexta-feira, julho 07, 2006

Reflexões parte II



Eu estava lendo mais um capítulo do meu livro-eletrônico predileto (como vcs bem sabe, “A vida escrita a mão”), quando me deparei com um post que me intrigou e mexeu comigo.

Não porque tenha sido direcionado para mim, até porque o mesmo foi postado em 2005, quando eu nem mesmo tinha a idéia da existência desse blog. Mas de certa forma me atingiu em cheio.

O post na verdade não partiu da Márcia (para quem ainda não sabe, ela é a escritora do livro tão comentado), mas sim de Mary, outra blogueira amiga dela. Já tinha ouvido, ou melhor, lido sobre ela, mas nunca tinha lido seu blog “Montanha-Russa”. Até o dia de hoje. Li o post que gerou o post da Márcia e que agora está gerando meu. Complicado de entender? Será? Acho que nem tanto, é o mundo das idéias atravessando fronteiras físicas e virtuais e gerando reflexões e pensamentos.

Bom, o tema do post era a intromissão de pessoas em blogs, com comentários íntimos inesperados, comentários de totais desconhecidos, que se acham no direito de expor suas idéias sem ao menos pedir licença.

Interessante, não acha? Digo interessante, porque é uma incoerência expor toda ou parte de sua vida na internet (sem fronteiras, sem limites, sem ideologias, sem respeito, sem privacidade) e esperar uma resposta totalmente contrária. Esperar que se tenha sigilo, educação, polimento social, enfim, limites.

Antes que um afoito tire conclusões apressadas e me julgue, me faço explicar: concordo com ambas, Márcia e Mary, (então se acalme e continue lendo!)

Realmente deve ser muito estranho alguém chegar dentro de “sua casa” (entenda-se blog), não bater na sua porta, entrar e começar a te julgar ou te agradar ou te sugerir coisas, sem ao menos saber quem tu és, o que fazes ou o que pensas.

Assim como deve ser estranho para essas pessoas compreender porque colocaste uma placa de “Bem-vindo, a casa é sua” e depois não gostar da visita.

Contradições.

Sim. Contradições dos seres humanos. Não sabemos bem o que queremos então entramos em conflito. Hora queremos ser ouvidos, queremos opiniões, queremos participações. Mas na medida que elas vem, já não nos servem, nos afrontam, nos assustam, nos invadem.

“Afinal, quem te deu o direito de entrar na minha vida? De se achar minha amiga íntima? Nem te conheço, vamos de vagar com o andor”. Foi o que a Mary disse em outras palavras. E concordo. Quem sou eu para julgar ou me apresentar como a pessoa mais intima do mundo, de alguém que conheço (mal e porcamente) apenas por meio eletrônico?
Mas, de certa forma, abrimos essa porta. Convidamos a todos a participarem de nossa vida quando optamos por divulgá-la na internet. E ai que está a maior contradição. Passamos a querer privacidade e respeito. Não queremos que, estranhos sem a menor noção de espaço e tempo, passem a fazer parte de nossa vida. Queremos escolher. Poder dizer: “hey, vc é especial e pode participar comigo nessa aventura chamada vida” ou “Se manca meu filho, tu é um Zé mané que não entende de nada. Não gosto de sua opinião e não gosto dos teus gostos, então pleeeeeeease não apareça mais!!”. Queremos fazer escolhas como na vida real, porque, afinal, não gostamos de todas as pessoas que cruzam na nossa frente, porque gostaríamos de todos que cruzam nossos blogs?

Baita (sim, sou gaúcha, como podem perceber) aprendizado esse que está por vir. Conciliar convidados e intrusos. Isso, porém, é um assunto para um outro post...

- “Blá, blá, blá. Ok. Mas até agora, não disse porque que o post te acertou em cheio?”

Simples. Mais simples do que parece. Fiquei com medo. Fiquei com medo de ter esse mesmo sentimento de invasão ou pior de ser a invasora. De ultrapassar o limite da minha privacidade e atropelar a vida de outras pessoas, com minhas idéias. De me fazer presente quando não sou necessária, de não perceber o quanto posso e o quanto devo expor da minha vida.
Essas perguntas, por enquanto, não têm respostas. Por enquanto desbravarei esse mundo desconhecido, e eu não me refiro ao blog, refiro-me a minha alma. A alma contraditória que quer por pra fora tudo e ao mesmo tempo quer ficar bem quietinha escondida no lugar mais seguro que existe: o silêncio!
see ya,

quarta-feira, julho 05, 2006

Reflexões

Faz dois dias que não escrevo. Não por falta de assunto. Na verdade, tenho até tenho muitas coisas para escrever.

Tem a palhaçada da copa. Tem as músicas que me lembram a infância. Tem a recuperação da minha gatinha, depois da castração. Muitas, mas muitas pautas. E talvez seja esse o grande problema.

Quero recuperar o tempo perdido. Quero, em minutos, por todo mundo (ou ninguém) a par de todos os meus pensamentos. Mas isso demanda tempo. Demanda atenção. Tenho que corrigir meu português, ver se as frases estão bem pontuadas, se as sentenças têm sentido. E isso acaba adiando os posts.

Acaba adiando, porque não tenho muito tempo para dedicar a esse novo hobby. Na minha casa, tenho internet discada (ou seja, lerda que só vendo!). No meu serviço tenho banda larga, mas apenas o horário de almoço para desfrutar.

Somado a tudo isso, tem o “A vida escrita à mão”, o blog que me inspirou a dar os primeiros passos nesse “vício” sem volta. Não consigo parar de ler. E acabo usando meu tempo livre para desvendar mais uma aventura do casal M&M. Já entrei no ano de 2004. Porém ainda tem mais 2 anos pela frente até eu chegar aos dias de hoje. E enquanto eu não conseguir terminar, não vou poder a devida atenção que meu blog merece.

Sei que parece estranho se dedicar a algo que não é meu. De desperdiçar momentos preciosos no qual eu poderia aprender como estruturar, como mudar o layout do meu blog. No entanto, estou “vivendo” uma vida muito interessante, a cada post que leio. É como seu eu estivesse ali, vivenciando aqueles momentos. É como um livro. Nos transporta para um mundo que não é o nosso, mas que nos encanta.

Então, enquanto eu não conseguir terminar esse livro, tenham paciência. Logo, logo, meu livro também estará nas prateleiras.

ps.: engraçado dizer “tenham paciência”. Nem sei se esse blog tem algum leitor!! Heeheh