terça-feira, fevereiro 06, 2007

Antônio Prado

Feriadinho de Nossa Senhora dos Navegantes. Fomos arejar a mente e espírito em Antônio Prado. Quem não conhece essa cidadezinha, não sabe o que está perdendo. Paz, tranqüilidade, gente hospitaleira e muita simplicidade esperam pelos visitantes. Estávamos justamente em busca de um retiro aonde pudéssemos carregar as energias e esquecer de todos e de tudo. Saímos de POA na sexta de manhã, sem muito compromisso de horário. Chegamos na cidade e fomos direto para pousada, pois os donos já nos aguardavam para o almoço. São 6 km de estrada de chão, através de uma natureza exuberante, até a Pousada Zanotto. Quando eu vi a nossa cabana, achei que nada poderia atrapalhar nosso descanso. Fiquei super feliz de ter feito a escolha certa, pois tinha feito todas as reservas pela internet.
Muito engraçado, foi que logo que entramos para largar nossas bagagens demos de cara com uma amiga que nos acompanhou até o penúltimo dia. O que vocês acharam dela? Simpática, não? Eu sei.. eu sei. Mas eu adoro todos os tipos de rãs, sapos, pererecas desde criança. Então ao contrário do que a maioria das mulheres, fiquei encantada com nossa visitante. eheheh
Nossa pequena amiguinha


O almoço foi simples, mas bem caseiro e saboroso: tortéis, salada de rúcula, tomate, cenoura, ovinho de codorna. Tudo vindo da horta, sem nenhum “veneno”, como fizeram questão de frisar nossos anfitriões. Polenta bem molinha. Daquelas feitas de farinha de milho de primeira. Queijo colonial a milanesa. Galinha caipira (dessa, devo confessar, não gostei muito) ensopada. Pão sovado. Tudo regado a muito suco de uva natural e vinho da colônia Peninha, que acabamos não tirando nenhuma foto das nossas refeições.

Claro que depois de uma refeição como essas, tínhamos que aproveitar o silêncio do paraíso e “tirar uma sonequinha”, antes de nos aventurar pela “grande” cidade. Deitamos em lençóis que estavam cheirando a amaciante. Que delícia!

Acordamos lá pelas 4 horas da tarde (isso mesmo! Sem compromisso foi nosso lema!) e fomos direto percorrer as casas históricas tombadas pelo patrimônio histórico. O bom de cidadezinha pequena é que dá pra conhecer tudo, sem precisar percorrer milhas e milhas. A primeira casa que visitamos foi a “Casa da Neni”. Por razões óbvias, acabei gastando um pouco mais do que esperado em artesanato local. Mas não foi nem a metade do que gostaria de ter gasto. A parte engraçada, foi eu pagando um gorila ao perguntar para a balconista se ela aceitava cartão. Ela sorriu e muito simpática me informou que dificilmente eu conseguiria pagar qualquer coisa em cartão na cidade. É isso aí...Ou se paga em dinheiro ou em cheque. Cartão? Na, nan, nan, não! Tuuddddo bem. Então vou ter que sacar um pouquinho de dindim. Tem Bradesco? Não! Tem Itaú? Não! Então tá, então. Vou me limitar ao budget da carteira. Agora dá para entender, porque não comprei tudo o que queria, certo?
Artesanato Casa da Neni

A próxima casa era a da Secretaria do Turismo. A “molto gentile” Giuliana, nos recebeu calorosamente. Já de cara, foi nos dando o mapa das casas tombadas. Informou que infelizmente a empresa que fazia o “turismo-aventura” tinha fechado na semana anterior, mas que poderíamos ligar para a outra pousada da cidade, que eles faziam esse tipo de passeio. Acho que pela minha cara de decepção, ela nos convidou para dar um pulinho na amostra fotográfica da cidade que estava fechada, mas ela abriria para a gente dar uma olhadinha.

Nossa guia Giuliana


Atravessamos a praça central da cidade e fomos parar na outra casa da madeira. Confesso que não me impressionei no primeiro instante. Me pareceu apenas uma amostra de fotos antigas da cidade. Só que logo, logo essa impressão desapareceu. Nossa guia emprestada nos contou de toda a evolução da cidade, nos explicou o que eram “as casinhas religiosas” que havíamos visto pelo percurso. Que na verdade se chamam Capitéis e são pequenos locais de oração que a comunidade construía para rezar, já que o percurso até a Matriz era penoso e longo. Explicou que os italianos sempre foram muito religiosos e os capitéis eram os registros dessa fé. Atualmente existem 21 capitéis espalhados pela cidade. Nós só conseguimos visitar 3, pois os mesmos estão espalhados por toda zona rural, o que dificulta o acesso. Também não existe nenhum mapa com as localizações corretas. Lembrei muito da Giorgia e de sua bonita fé ao tirar fotos deles.

Réplicas dos 21 Capitéis espalhados por toda zona rural


Visitamos mais casas tombadas que com exceção da farmácia vimos apenas à fachada. Depois visitamos a Gruta Natural. Dizem que tem mais de 1 século e que é obra total da natureza. Com todos que conversamos, sempre o mesmo comentário surgia: “Desde que me conheço por gente, nunca vi aquela fonte secar. Nem nos anos mais cruéis de seca, aquela fonte secou!”. Fonte com água limpinha e muito gelada. Lugar para rezar com uma energia incrível e uma paz imperturbável.

Interior da Farmácia com movéis e pinturas originais


E como ninguém é de ferro, já que fazia uns 37 ºC a sombra, fomos ao supermercado local (que aceitava cartão, ora vejam!) e nos abastecemos de latinhas de cervejinha gelada para nos acompanhar pela caminho de volta. Paramos para tirar fotos de uma flor lindíssima que está por toda parte. (Mais tarde descobrimos que era, nada mais, nada menos, do que Lírio do Campo!). Como estávamos literalmente no meio do nada foi muito engraçado e de certa forma muito bom, quando um motoqueiro local parou para perguntar se estávamos “empenhados” e se precisávamos de ajuda. Sorrimos e agradecemos informando que estávamos apenas tirando uma foto. Coisas de cidade do interior, onde a gentileza, a educação e a preocupação com o próximo ainda persistem, apesar de tanta violência.


Olhai os lírios do campo


Chegamos na nossa cabana e fomos direto sentar na “sacadinha” para conversar e ver a o movimento enlouquecido das galinhas d’angola. Um show a parte com cerveja hic quer dizer hic com certeza. Hehehehe. Nunca vi coisa igual. Ficam correndo muito rápido uma atrás da outra, ou melhor, um atrás do outro, já que são os machos que fazem essa maratona dos animais. São verdadeiros atletas! Tanto que não consegui tirar uma fotinho se quer dessas peças únicas, pois elas não paravam 1 segundo. Uma pena, pois são uns bichinhos pra lá de bonitinhos e engraçadíssimos.

Para terminar a noite um jantarzinho com bife a milanesa, salada, pão sovado, sopa de feijão, polenta na chapa, vinho, queijo colonial, salaminho, suco de uva, caipirinha de cachaça de alambique com funcho e de sobremesa amendoim doce. Humm delícia.

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Dois Micos em uma noite só

Ontem, fui a formatura de um golega de trabalho do Neni. Estava um calor infernal e minha vontade era de ficar na frente do ventilador but...Lá fomos nós. Chegamos um pouco atrasados, mas nada que não desse para conferir a cerimônia toda. Era uma turma pequena, então os microfones foram abertos para que cada formando agradecesse (coisa mais rara hoje em dia, devido ao tamanho das turmas).

Devo confessar que sempre me emociono em formaturas, mesmo que eu nem conheça a pessoa. Acho bonito. Mexe comigo. Começam as músicas escolhidas e as lágrimas já estão a postos para desabarem. Gosto de ver o gosto musical e as mensagens que alguns formandos passam através de suas músicas. Claro que tem aqueles que desperdiçam esse momento único com músicas que com certeza não representam nada para eles.. just another song entre outras tantas que irão logo, logo cair no esquecimento. Mas, fazer o quê? Gosto é gosto e não se discute, certo?

A cerimônia foi bem bacana. Sem dramas, sem discursos enfadonhos ou políticos. Discurso interessante dos dois oradores, que fizeram analogias da vida com o curso deles (Engenharia de Produção). O do Paraninfo já nem tanto, mas também não foi ruim. O do reitor eu achei um pouco longo. Os formandos fizeram uma homenagem aos pais ao som de "Over the rainbow" havaiano que me fez chorar muito. Amo essa canção tocada desse jeito.


Well, mas e os micos? Lá vai então. O reitor encerrou a cerimônia ao som do hino riograndense e obviamente todos levantamos. E eu como amo nosso hino, fiquei ali bem orgulhosa cantando. Quando terminou o hino ele pediu que os presentes aguardassem até o saída dos formandos para depois então fazer os cumprimentos. Nada de mau, certo? Pois então. Começou a "Beautifull day" do U2. E eu ali, de pé, cantando. Meio que dançando. Achando tudo maravilhoso. Quando olho para o lado, a mulher que estava sentada a duas cadeiras da minha se levantou e falou: "olha, me desculpa te falar... mas.. teu feixo tá aberto". PARA O MUNDO QUE EU QUERO DESCER!!!


Isso mesmo, minha gente amiga, eu estava a pelo menos uns 10 minutos com a minha calcinha aparecendo para toda a galera do fundão. O maldito do feixo da saia abriu e eu nem percebi. Que vergonha. Queria morrer. Pior é ficar pensando que qualquer abobado, assim que eu levantei poderia ter me falado isso. Mas não... Pra quê.. pra perder a graça?

Mas tuuuuuuuuuudo bem. Não iria ver mais aquelas pessoas mesmo, então.. move on. Só que agora entra o mico 2, than nan nan... Não tinhamos dinheiro para pagar o estacionamento, porque meu amado noivinho não sacou nenhum p. Fazer o quê? Pedir emprestado para algum conhecido, é claro. Como? Conhecido? Ahhhhh Não tinha nenhum, a não ser o formando e a noiva do mesmo! Olha a situação... Pedir para o formando era quase que impossível, já que ele estava rodeado de gente. Solução? Pedir pra noiva. Isso tudo seria muito normal, se eu conhecesse bem a noiva. Pero.. no! Conheço, claro.. mas tá longe de ser minha irmã siamesa! Lá fui eu pagar o mico 2 da noite: pedir dinheiro emprestado para a noiva do formando.

E então? Mereço ou não um troféu por essa noite?




See ya,

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Visu novo..but..

Pois é..

Entrei na nova era do blogger. Não achei tão atrativo, como me pareceu no início. Como podem ver não consegui mudar o rosto do jeito que eu queria.

Vou ir tentantando no decorrer desse ano.

Estou com alguns novos projetos para o "grande dia" e tenho que usar meu tempo livre para pesquisar na internet.

Então talvez eu não apareça por aqui por algum tempo. O que sinceramente, acredito, não vai fazer falta pra nobody. No readers so far.. i guess.

See ya,

segunda-feira, janeiro 22, 2007

O quê aconteceu?

Pois bem.. não sei exatamente aonde eu mexi e se fui eu mesma, mas meu blog se desconfigurou..

Coisa mais irritante isso! Querer deixar tua casa mais arrumadinha e de repente tudo vira uma imensa confusão.

Gostaria de dominar mais essa linguagem.. mas tá dificil. Talvez daqui a uns bons 3 anos eu consiga aprender direitinho e meu blog vai ficar com minha cara.

De qualquer forma, o relógio que instalei aparece na "pré-visualização", vamos ver se amanhã ele resolve dar o ar da graça, no campo original da coisa.

Enquanto isso, gostaria de deixar registrado: Yes! O X-14 funciona! Eliminou totalmente o cheiro da minha lixeira. Fiquei hiper-mega-feliz. Muito obrigada Telinha bela grande dica!

Vou andando agora.. ver se eu consigo arrumar aquilo que eu nem tenho idéia que fiz.

See ya,

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Minhas filhinhas lindonas!


Elas não são lindas?



Algumas fotitos da viagem Poa-Floripa-Lages-Floripa-Poa

Monumento ao tropeiro


Outro ponto de vista da floresta

A floresta de Pinheiros. Breathtaking

A linda Catedral de Pedra de Lages


And Finally... My brother and I

terça-feira, janeiro 16, 2007

O berro!

Hoje estou imensamente triste. Queria poder gritar. Queria que minha dor não fosse sufocada. O berro não dado é câncer crescendo na alma! Acordei com uma dor de cabeça tão forte que me deu ânsia. Era a dor da alma se manifestando fisicamente. Queria poder descrever tudo o que se passa na minha cabeça. Queria poder colocar em palavras escritas e faladas, o que deixa meu coração tão infinitamente pequeno. O que me faz faltar o ar.

Iria postar hoje sobre minha indignação. Mas Deus nos mostra de maneiras estranhas o quanto as vezes as nossas dores são pequenas em relação a de outras pessoas.

Como faço todos os dias a primeira hora da manhã fui visitar o blog da Giorgia que sempre tem uma mensagem que acalenta meu coração. Lá vi duas tristes noticias sobre a “partida” de dois seres.

Isso sim, é dor. O resto é recentimento, mágoa. Cicatrizes, enfim.

Gostaria de poder acalentar a dor dessas duas pessoas, mas nenhuma palavra poderá trazer paz para esses corações que testemunham a dor da perda. Apenas o tempo lhes trará um pouco de resignação, mas jamais recuperá o que foi perdido. Somente as lembranças trarão calor e alegria para animá-las, mas, na mesma medida, trarão saudades e com ela novamente dor.

Por isso, falar da minha tristeza soa tão infame. Soa impertinente e fútil. Mas ela existe. E como um grito sufocado, me traz inquietações.

Hoje estou magoada. Amanhã será que serão somente cicatrizes profundas ou serão feridas prontas para despertar?

Minha vontade de que o mundo seja diferente não necessarimante torna isso realidade.

Termino esse post com esse provérbio tão sábio:

“Há três coisas que jamais voltam: a flecha lançada, a palavra dita e a oportunidade perdida" - provérbio chinês.

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Realizações

Hoje completo 30 anos. Clichê não poderia faltar: virei balzaquiana. Impossível não parar e re-pensar a vida. Era assim que eu me via quando chegasse nessa idade? Conquistei todos meus objetivos?

Aos 30 descobri que a vida não é tão simples quanto parece. Descobri que sonhos nos impulsionam a andar, mas também nos prendem em um mundo paralelo ao real. Descobri (só não coloquei em prática) que é a vida é feita de escolhas. Que ao optar por algo estou perdendo outra coisa, não necessariamente isso é ruim.

Aprendi a adiar meus desejos. Mas falta tanto a aprender. Já está mais no que na hora de eu fazer terapia. Enfrentar meus demônios. Só falta a coragem e o din-din.

Mas dizem que nunca devemos falar de coisas negativas, ruins. Devemos sempre lembrar das coisas boas da vida, dos amigos, dos amores. Não vou falar, portanto, do meu final de ano que foi em parte desastroso. Irei celebrar as pequenas conquistas e esquecer minhas falhas.

E qual foram minhas realizações nesses 30 anos de existência?

* Concluí minha faculdade;
* Morei um ano no exterior;
* Encontrei meu grande amor e vou casar com ele esse ano;
* Fiz grandes amizades que atravessam as décadas: xande e felipe.
* Conheci novas cidades: Montevidéo; Livramento; Caxias do Sul; Gramado; Canoas; Cachoeirinha; Florianópolis; Rio de Janeiro; São Paulo; Riberão Preto; Ouro Preto; Belo Horizonte; Encruzilhada do Sul; Londres; Amsterdan; Paris; Versailles; Oxford; Cardiff; Endimburgo; Ilha de Sky; Torres; Atlântida; Xangri-la; Atlântida do Sul; Capão da Canoas; Terra de areia; Cidreira; Salinas;Buenos Aires; Curitiba; São José dos Campos; São José dos Pinhas; São Francisco de Paula; Jacareí; Canela; Riveira; Laguna; Itaperubá; Garopaba; Bento Gonçalves; Strattford-upon-avon; Bath; Farol de Santa Marta; Witney; Bombinhas; Lages; Aguai; Farroupilha;
* Assisti a shows inesquecíveis: RPM; Aerosmith e U2
* Tive e tenho muitos bichinhos de estimação: coelho (Rosinha querida!) cachorros (Kit, Catusha, Peti, Conhaque, Clotilde); piriquitos; ramsters; porquinhos da india; gatos (Mimi, prir, Laranjinha, Latoya amo vocês com todo meu coração!)
* Aprendi uma língua estrangeira (inglês) e estou tentando outra (italiano)
* Perdi minha virgindade com alguém muito especial e bacana, mas acima de tudo na hora certa;
* Chorei ao ver pela primeira vez a Torre Eiffel;
* Passei a virada do milênio em Paris em plena Champs Elissee.
* Recebi nota máxima com menção honrosa pelo meu TC.
* Aprendi a nadar;
* Aprendi a dirigir;

* Comprei meu 1º carro zero com o suor do meu próprio trabalho;
* Ganhei o 3º do concurso de poesia da minha escola;
* Fui técnica do time de handball que ganhou o campeonato;
* Fiz teatro;
* Gravei um vídeo escolar;
* Aprendi a fazer origami;
* Aprendi a fazer tricô e ponto-cruz;
* Fui da comissão organizadora da formatura da minha turma de faculdade;
* Comecei a beber na inglaterra aos 21 anos, novamente na hora certa e no local mais apropriado..
* Aprendia a cozinhar aos 8 anos e desde então nunca mais parei de amar essa arte;
* Fui morar sozinha;
* Morei em Porto alegre, Caxias do sul, e Oxford
* Conheci: italianos; ingleses; franceses; angolanos; argelianos; marroquinos; russos; americanos;
* Fui a Disney da França;
* Andei de montanha-russa inclusive no escuro;
* Fui ao parque do Beto Carreiro
* Andei de barco pequeno e de transatlântico
* Andei no eurotunel;
* Vi o lago do monstro ness;
* Conheci o castelo onde foi filmado Highlander;
* Bebi wisky escocês na Escócia;

* Criei um blog

* Participei de um coral;

* Vi meu time ser campeão da américa e do mundo;

* Assisti o Brasil ganhar 2 copas do mundo;

Nossa, não foi pouca coisa não! E com certeza tem mais coisas. Conforme for me lembrando vou postando.

Então Feliz Aniversário para mim, novamente!

See ya,

PARABÉNS PARA MIM!

ESTEJAM TODOS CONVIDADOS A COMEMORAR A MINHA ENTRADA PARA A ERA BALZAQUIANA!

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Primeiro teste novo layout para fotos

Tanto pra dizer...

Estava agorinha mesmo navegando entre os meus blogs favoritos. Foi difícil parar de ler e tentar fazer um post. Adoro ter meu próprio blog, mas como tenho pouco tempo livre prefiro acessar os dos outros. São tão bem planejados e facinantes que parece que o meu fica muito a desejar.
Talvez seja essa inquietude na minha alma que me torne tão indecisa sobre os caminhos a seguir. Adoro ler os foodblogs e gostaria bastante que o meu fosse um. Mas também fico facinada com os blogs pessoais que refletem sobre a vida. Fico com vontade de ter um também. Os de artesanatos são meus prediletos, pena que são tão poucos.
Então é isso ai: meu blog não fala só de comida, nem só da vida, nem só de artesanato. Meu blog é uma miscêlania de coisas. Gostaria que meu layout fosse mais criativo, mas não domino mais a linguagem dos htmls para tentar mudar. Poderia até pegar alguns tutoriais que existem na internet e tentar fazer algo diferente do que está. Mas isso toma tempo. Coisa que não tenho muito. Pelo menos no trabalho que é de onde saem todas as minhas idéias. Tenho computador e internet em casa (discada!), poderia fazer lá. Só que passo tanto tempo na frente do computador, que quando chego em casa tudo o que eu menos quero é parar na frente da telinha.
Para quem e para quê estou escrevendo isso?! Nem eu mesmo sei!
Vamos colocar umas fotitos então no próximo post.
see ya,

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Rapidinha

Desde o Natal que não passo por aqui. Não por falta de vontade, mas sim por falta de tempo. Queria ter feito uma mensagem bem legal de final de ano, "pero" não deu.

De qualquer forma, resolvi dizer que ainda estou viva, se alguém se interessar. Tenho bastante novidades da correria: porto - floripa - lages - floripa - porto.

Assim que conseguir por a casa em ordem trago "las fotitos".

ps: nada a ver com assunto, mas queria postar antes que eu me esqueça ou que vire assunto banal de mais pra publicar. Ontem depois da aula de hidro vi uma coisa totalmente inacreditável. Esse mundo realmente está perdido. Lá estava eu me enxugando quando veja a mãe perguntar para a menininha de 4 anos: "já tireste o sutien, querida?" Como é que é?!! Dá pra repetir? Sutien?! Para uma criança? Por favor. Depois não sabem pq os jovens estão começando tudo antes do tempo. Pais totalmente alucinados com moda que esquecem que seus filhos são crianças. Fiquei revoltadíssima! Fui usar meu primeiro sutien com 14 anos! Que que é isso meu povo? Vamos se orientar!

Era isso, por que era pra ser uma rapidinha e já passou da hora.

See ya,
ps2: depois de eu ter digitado tudo isso, deu pane no sistema. Ainda bem que deu tempo de fazer um control + c e um control + v.

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Feliz Natal!!!



Eu
queria Senhor,
neste Natal, armar uma árvore
dentro do meu coração.
E nela pendurar, em vez de presentes,
os nomes de todos os meus amigos.
Os amigos de longe e de perto. Os antigos e os recentes.
Os que vejo sempre e os que raramente encontro.
Os sempre lembrados e os que às vezes, ficam esquecidos.
Os constantes e os intermitentes. Os das horas difíceis e os das horas alegres. Os que sem querer eu magoei e os que sem querer me magoaram.Aqueles a quem conheço profundamente, e aqueles de quem me são conhecidos apenas as aparências.Os que pouco me devem
e aqueles a quem devo muito. Meus amigos homens feito crianças. Meus amigos humildes e meus amigos importantes.

Os nomes de todos os que já passaram pela minha vida.
Os que me admiram e me estimam sem eu saber e os que eu amo e estimo sem lhes dar a entender.
Eu queria Senhor, neste Natal,

armar uma árvore
de raízes muito
profundas, para
que os seus nomes
nunca mais sejam
arrancados da minha vida.
Uma árvore
de ramos muito extensos,
para que novos nomes,
vindo de todas as partes
venham juntar-se
aos já existentes.
Uma árvore de sombra muito agradável, para que a nossa amizade seja
um momento de repouso no meio das lutas da vida.

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Presentinhos...


Fiquei de postar aqui os presentinhos que eu havia ganhado de meu amigo russo, lembram?
Agora que tenho a minha querida companheira digital posso registrar aqui todas os temperinhos que as pessoas vão adicionando da minha vida. Então segue ai..







Lindinhas essas "mamuska" (não é assim que se escreve, but..)?

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Ainda São Paulo - 25 de Março – Ame-a ou deixe-a.

(um a parte.. já escrevi esse post faz tempo, mas justamente pela falta do mesmo é que não estou conseguindo atualizar meu blog. Tenho tantas coisas para postar: meu afilhadinho na barriga da mummy; o bordado em ponto cruz que estou fazendo; o Natal minha gente, o natal!;) Vamos ver consigo fazer isso semana que vem. Enquanto isso fiquem com minha saga por Sampa)



Acordamos super animados depois de uma noite regada a muito vinho e papo gostoso. Até Luiz Caldas fez um “revivel” na nossa cantoria. Tomamos um pretinho básico e partimos para nossa aventura. Fomos de metrô. Aqui devo fazer um a parte. Quando me disseram que o mêtro de São Paulo era melhor do que o de outros lugares do mundo, fiquei descrente, mas, na verdade, ele é realmente excelente. Rápido, limpo, organizado. Quisera eu Porto Alegre tivesse esse sistema de transporte.

Voltando para nossa aventura, chegamos na “boca” da 25 de Março por volta das 10:30h. Parecia tranquila, sem muito movimento. Entramos no primeiro boteco que vimos para tomar nosso café da manhã (nada light, diga-se de passagem) e outra boa surpresa: bom atendimento, limpeza e 2 esfihas muito deliciosas. Bem alimentados fomos adentrando a galeria com a sensação de que ali faríamos “bom negócio”. Acabei comprando uns apliques fofissimos de strass para colocar em camisetas. Um da Hello Kitty, outro do Snoop, uma libélula, uma flor e uma santa pra dar para minha colega. Não consegui resistir e comprei uma bolsa da Betty Boop, que eu gostaria que fosse de couro, mas ai também já era querer demais!

Nesse ponto já estava super confiante que tinha feito a escolha certa: realmente iria encontrar tudo na 25 por uma penxincha. Andamos mais 2 quadras e ai realmente chegamos ao coração da muvuca. Um fervilhão de pessoas comprando, vendendo, roubando, prendendo. Juro que é de assustar qualquer ser humano!

Entro na primeira primeira galeria, “obscura”, com um trilhão de pessoa tentando caminhar em 2 m2. Mais parecia um formigueiro onde o único objetivo era comprar, comprar e comprar. O Neni já estava nervoso com minha mania de parar no meio do corredor para tentar olhar as coisas. “Fica enconstada na parede. Não para na fila”, dizia ele, já nervoso. E eu achando que isso era mais uma mania de virginiano.. ahã... Enquanto tentava conversar uma coreana prá lá de grosseira, uma moça para no nossa frente e diz: “Me levaram tudo! O que eu faço?”. Olhei meio sem entender o que estava acontecendo, quando de repente olho para a bolsa da mulher: um imenso talho de fora-a-fora. Sim. Haviam passado gilette na bolsa da mulher. Levaram tudo, não deixaram nem um centavo para contar história. Tudo. Absolutamente tudo! Fiquei apavorada. Queria sair dali o mais rápido possível. Só conseguia pensar nos meus cacarecos que estavam na minha bolsa. Na minha carteira com todos os meus documentos e dinheiro. Quando conseguimos sair daquela muvuda o Neni me conta que era por isso que ele ficava insistindo para eu não parar no meio. É no meio que os ladrões agem. As pessoas ficam destraídas e com um monte de gente empurrando que nem nota quando passam a gilete. Quando percebem já é tarde demais.

Saímos da galeria e eu estava disposta a ir embora. Desistir mesmo. Aquele lugar não era para mim. Meu medo de multidão começou aflorar. Mas o Neni me convenceu que não precisa ficar nervosa, que o importante era prestar a atenção a tudo e a todos, e colocar a bolsa bem na frente para não dar chance aos bandidos. Então tá. Continuamos nossa empreitada.

Fui entrando e saindo de tudo que é loja e nada. Nadica mesmo. Os enfeites de natal que eu procurava estavam com preços absurdos. ( Aqui vale um a parte. Absurdos para o que eu achava que deveria ser o preço a ser pago por todo o sacrifício de andar com os nervos a flor da pele.) Andei e andei e tudo para mim parecia ou sem qualidade ou com preços similares a lojas normais. Ou seja, para mim não valia a pena tanto stress.

Não.. é óbvio que não sai sem comprar nada. Ora bolas sou uma mulher! E consumidora! Pois sim. Acabei encontrando uns enfeites que não eram barbadas, mas estavam razoáveis. Comprei uma linda caixa de música a corda com o papai-noel sentado em uma cadeira de balanço, pra lá e pra cá. “I wish you a merry christmas.. I wish you a merry christmas .. and a happy new year.” Amei. Depois comprei para o Érico (meu quedido afilhadinho que ainda não nasceu) aqueles móbiles para pendurar em cima do berço: um sapo rei que se move enquanto toca aquelas canções de ninar. Coisa mais fofa.

Já estava partindo de minha grande aventura quando percebo que bem na minha frente estava o Paradise. Isso mesmo, Heaven my friends! Uma mega loja de bijou com preços realmente atrativos. É claro que não me contive. Comprei um monte. Não tanto quanto gostaria, mas foi o suficiente para me fazer uma mulher feliz.

Compras feitas. Desejo Realizado. Era hora de ir embora. Mas ainda tinha o “gran finale” a nossa espera. Batida do Rappa (fiscais da prefeitura, mas duvido que ninguém saiba). Gente, confesso que nunca tinha visto nada parecido da minha vida toda! Foi como ser atropelada por uma manada. O povo corria feito louco. Literalmente se jogava na frente dos carros que passavam em uma avenida movimentadíssima. Ah! Um dica, que pode salvar tua pele: sai da frente! Ahã. Sai da frente ou eles te atropelam. Eu fiquei que nem uma abobada olhando de um lado para o outro sem reação. Foi o Neni que me puxou antes que um camelô me jogasse no chão. Ficamos ali enconstados em um poste esperando tudo passar. Experiência bizarra.

Exaustos era o fim da linha. Fomos para casa.

De tudo, ficou a certeza que a rua 25 de março “não me pertence”. Não faço parte daquele habitat. Não suportaria tamanha loucura outra vez. Descontos existem, mas não valem o sacrifício.

Os: é claro que a loja que descobri de bijou é tudo! Na próxima vez, eu vou direto nela e era wilson.. hehehe















sexta-feira, novembro 24, 2006

Las fotitos

Tentei colocar as fotos respectivas no próprio post... mas num deu...

Segue aqui então as fotos do jantar maravilhoso do Giovani.











a parte...

Incrível! Minha irmã já está se achando gorda?!!! Mal dá para perceber a barriguinha... imagina quando ela estiver com aquele barrigão de 7 meses? ehhehe

São Paulo - a cidade que nunca dorme

Feriado de finados. Fui para visitar a familia de meu noivo, muito mais interessada, é claro, na cidade que nunca para. Fiz inúmeros roteiros e descobri lugares mais interessantes ainda para desvendar. Infelizmente nem tudo pude ver. Os que pude, alguns prometiam mais do que efetivamente oferecem. Mas vamos por partes e pelo começo.

Graças a Deus não precisei mofar no aeroporto como todos os pobres coitados que resolveram passear em plena crise aérea. Nosso vôo atrasou, se é que se pode chamar isso de atraso, 10 minutos. Chegamos em Guarulhos felizes, mas de cara presenciamos o tumulto de outros que não tiveram tamanha sorte: um passageiro aos berros (visualize as veias do pescoço quase explodindo) com uma outra passageira porque ela não estava respeitando a fila! Juro que fiquei com medo. Achei que iria rolar pancadaria geral. Cheguei a ver o cara voando no pescoço da “perua” como ele mesmo a chamou.

Ficamos ali no aeroporto mais 1 hora porque o Neni não avisou a mãe dele direito e quando chegamos ela estava a recém saindo do apartamento deles que fica longe para caramba de guarulhos. Imagina minha alegria. Mas tudo bem, como ainda estava “dopada” de dramin não estava muito para brigas.

Largamos nossas malas e fomos direto para o roteiro nº 1: comprar nossa máquina digital. Sim. Eu consegui, finalmente entrei para o mundo digital! Não é a que queríamos, mas é a que precisávamos. Poderíamos ter abusado e comprado uma semi-profissional, só que com todas as despesas do casamento isso seria uma insanidade. Então nos contemos e compramos uma Sony cybershot com 6.0 megapixels. Tudo o que um ser humano, que não pretende ampliar suas fotos em tamanhos ultrajantes, precisa. Já sai fotografando a Av. Paulista, vazia para seus padrões sem no entanto, perder o encanto.

Fomos almoçar com a família do Peão, amigo-irmão do Neni. Não os conhecia, mas passei a adorá-los. Gente simples, com o coração imenso. Família que almoça unida, que senta na sala para jogar papo fora. Familia parecida com a minha. Os pais deles lembraram muito os meus. O pai mais generoso e sorridente, a mãe mais observadora e franca. Ainda tinha o “Bem” uma caturrita lindona e muito simpática que ficava voando de ombro em ombro. E não nos esqueçamos do “filó” que ganhou nome de fêmea porque não sabiam que ele era um gatinho macho. Recém chegado, o filó ainda estava conquistando seu espaço. Foi bem bacana conversar e ensinar a eles os segredos de se ter um gato em casa. A dona, irmã do Peão, estava bem nervosa. Parecia o primeiro filho. Hehehe. Fui junto com ela a uma petshop digna de São Paulo. Imensa mesmo. Aproveitei e comprei uns apetrechos para minhas filhotas, é claro.

Na despedida, tive uma surpresa que me emocionou muito. Eu havia comentado com eles que eu adorava a época de natal, que inclusive tinha achado lindo as velas em formato de papai noel e mamãe noel. Pois não é que a irmã do Peão me aparece com uma caixa enfeitada por ela com as duas velas dentro? Ao mesmo tempo que fiquei embaraçada, não sabia por onde começar a agradecer. Gesto simples, mas que marca nossa memória com certeza. (Muito obrigada a você!). Muito bom ser recebida de braços abertos em uma família que sem te conhecer passa a te querer tão bem.

Era hora de irmos jantar na casa do Giovani. Já estávamos atrasados e exaustos. Pensamos em desmarcar, ainda bem que não o fizemos. Mau sabíamos o que nos esperava...


De cara fomos recebidos com kir royal bem geladinho. Mesa posta requinte, com toda a poupa que um jantar merece. De entrada tivemos um maravilhoso bolinho frito recheado com lombo ao gengibre. Nem consigo descrever aqui o quão gostoso foi. Divino. Receita adaptada do livro “O retorno do Chef” de Jamie Oliver. Depois tivemos uma sopa de ervilhas com camarão. O Neni fez uma força para comer, porque estava um pouco apimentado. Eu, por outro lado, estava adorando. Em seguinda, como prato principal foi servido lombo ao curry verde. Da água na boca só de me lembrar. Para finalizar essa luxúria gastronômica: creme de manga com cassis.

Confesso que depois de tudo essa orgia, só me restou dormir com os anjos. Acabamos ficando no quarto de hóspedes mesmo, porque a casa do Giovani fica um pouco longe da casa dos pais do Neni. Não poderia ter sido melhor, pois no dia seguinte teríamos uma maratona e tanto.
see ya,

quarta-feira, novembro 01, 2006

FEIRA DO LIVRO - Minha Paixão

Começou neste último final de semana a tão querida Feira do Livro de Porto Alegre 52º edição.

Muitas histórias, amores, paixões, tristezas, alegrias, triufos, tragédias, comédias, suspenses, relatos, vidas, por ali circulam. Sonhos se concretizam e lutas se travam. Alguns enriquecem a alma, outros o bolso. Professores se tornam alunos. O novo se encanta com o velho. Sabedorias são questionadas. O antigo se transveste para conquistar a todos. Dívidas são pagas. O esquecido é lembrado. Amantes se desencontram. Soldados partem. Curas são descobertas. Corações desolados. Feridas cicatrizam. Nascimentos celebrados. Muros erguidos. Fronteiras desbravadas. Testemunhos são feitos. Promessas quebradas. Viagens de muitos dias. Cidades destruídas. Casamentos realizados.

Tudo isso e muito mais se pode encontrar na Praça da Alfândega, carinhosa hospedeira dessa feira que a cada ano aumenta um pouco mais. Aumenta para contemplar mais leitores. Para encantar crianças e adultos.

Eu já dei minha passadinha por lá. Comprei um lindo livro ilustrado que conta a lenda do “Negrinho do Pastoreio”. Fiquei emocionadíssima. Lembrei de minha mãe, leitora voraz, que sempre me contava essa história. Lembrei de como adorava percorrer a praça, entre os Ipês Roxos, atrás de livros raros, de lançamentos, de pexinchas.

Ir a feira é uma tradição familiar que passa de pai para filho. Meu avô levava minha mãe. Minha mãe nos ensinou a se encantar por ela. E meus filhos, quando existirem, também serão cativados. E assim espero que aconteça com muitas gerações de minha familia: que aprendam o valor de uma boa leitura.

E para você? Quanto custa o peso de sua cultura? ;-)

See ya,





terça-feira, outubro 31, 2006

Humanidade

Não importa o quanto eu viva e quanta experiência eu adquira, a humanidade sempre me surprende! Infelizmente mais para coisas ruins do que para coisas boas!

quinta-feira, outubro 26, 2006

Passarinhos

Inspirada pelo post de hoje da Giorgia que fala sobre passarinhos, resolvi postar um poema do poeta gaúcho Mário Quintana:

Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada, que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
Não tem muito a ver com o post dela, mas fala sobre passarinhos! ;P hehhehe
See ya,

quarta-feira, outubro 25, 2006

YOU WILL ...

Many nights we pray
With no proof anyone could hear
And our hearts a hopeful song
We barely understand
Now we are not afraidA
lthough we know theres much to fear
We were moving mountains long
Before we know we could
Oah yes
There can be miracles
When you believe
Though hope is frail
Its hard to kill
Who know what miracle
You can achieve
When you believe
Somehow you will
You will when you believe
In this time of fear
When prayer so often proves in vain
Hope seems like the summer birds
Too swiftly flown away
And now I am standing here
My hearts so full I cant explain
Seeking faith and speaking words
I never thought Id say
There can be miracles
When you believe
Though hope is frail
Its hard to kill
Who know what miraclea
You can achieve
When you believe
Somehow you will
You will when you believe
They dont always happen when you ask
And its easy to give in to your fear
OhhhhhBut when youre blinded by your pain
Cant see you way safe through the rain
Thought of a still resilient voice
Says love is very near
There can be miracles
When you believe
Though hope is frail
Its hard to kill
Who know what miracles
You can achieve
When you believe
Somehow you will
You will when you believe
You will when you believe
You will when you believe
You will when you believe
JUST BELIEVE
You will when you Believe

segunda-feira, outubro 23, 2006

Not a ordinary sunday!

Ontem parecia que seria mais um domingão daqueles sem muito a fazer. O dia estava lindo, sol brilhando no céu azul. Resolvemos ir caminhar no Jardim Botânico para fugir do inferno que deveria estar o briquê com os engajados de plantão.

Tinha convidado o Má para tomar um chimas. Mas ele não respondeu. Então fomos só eu e o Neni mesmo. Caminhando, porque é bem pertinho de casa. Ao chegar lá tinha me esquecido que precisava pagar, ainda bem que é bem baratinho a entrada: R$ 2,00 por pessoa. Começamos a caminhar e de cara fomos pro laguinho superpopuloso de jabuti ou será cágado? Nunca vi tanta criaturinha juntas em um mesmo lugar. Fofinhas demais. Umas tomavam sol enquanto outras só ficavam com a cabecinha de fora nos observando passar.

Seguimos adiante procurando as placas para tentar identificar as árvores. Infelizmente, apenas algumas estavam com placas. Mas foi divertido de qualquer forma.

O Má ligou perguntando se o chimas ainda estava de pé. Respondi, "claro, só que estamos no Jardim .. topas?". Prontamente ele aceitou.

Quando o Má chegou, fomos a mini exposição de cobras. O cheiro me lembrou o laboratório do Ministério que meu tio trabalhava. Como não gosto nem desgosto de cobra, foi normal. Depois vimos outra exposição de ossos de dinossauros. Logo na entrada tinha uma boca gigante de um jacaré pré-histórico. Eu é que não queria encontrar com aquele bicho.

Depois ficamos caminhando e observando as maravilhas da natureza. Acabei encontrando umas cascas de sementes em forma de flor que eu andava procurando faz tempo. Adorei. Peguei algumas para depois usar no meu artesanato.

Foi uma manhã gostosa, com companhia interessante, falando de tudo um pouco. Depois fomos almoçar no Prato Verde, comida vegetariana da melhor qualidade. Caminhamos um pouco pelo briquê, que por sinal estava até bem normalzinho (acho que os políticos não aguentaram o calor.. hehehe. ). E depois, of course, era hora da sonequinha da tarde.

O Má nos largou em casa e marcamos um pick-nik (vixi.. é assim que se escreve?!!) para daqui 3 semanas no mesmo bat-local . Acho que vai ser muito divertido!!

Simple life, simple things. What can be better?!!

See ya,

terça-feira, outubro 17, 2006

A difícil arte de se comunicar...

Ainda hoje, passados 10 anos do meu primeiro dia da faculdade, lembro claramente do discurso do professor sobre os ruídos na comunicação. E de como ele deixou claro a importância de saber transmitir a mensagem escrita. Sim, de todas as formas de comunicação essa é a mais complexa.

A complexidade está no fato de que, na maioria das vezes, o comunicante não está presente no momento em que o comunicado recebe a mensagem. Ou seja, o comunicado conta apenas com as palavras para entender o que o comunicante quer transmitir. Por sua vez, o comunicante não pode se utilizar de outros tipos de linguagens para se fazer entender, por exemplo, a linguagem corporal. Muito menos, poderá ele, contar com a linguagem falada. Restará apenas ser compreendido por aquilo que escreveu. E ai resta toda a questão.

Um texto que não tenha sido claramente escrito, sem ambiguidades, traz confusão e má interpretação por aquele que o lê. Pode trazer tristeza tanto quanto ódio. Pode fazer rir ou chorar. Pode trazer amigos ou criar inimigos. Pode abrir portas ou fechá-las com a rapidez de um pensamento. Tudo dependerá de como a pessoa que o leu compreendeu o que estava escrito.

E este para mim é o grande desafio dos blogs: a compreensão. Esse é o motivo pelo qual escrevo hoje. Nesses meus 4 meses no ar, pude perceber o quão difícil é se fazer compreender e de compreender os outros. De como não estar presente, na hora que alguém lê o que eu escrevi, faz diferença. Não me refiro só, ao que escrevo aqui, pelo contrário. Refiro-me, acima de tudo, ao que escrevo nos comentários de outros blogs. De como espero uma reação positiva e vejo minhas palavras sendo mau interpretadas ou pior ignoradas. De como eu, às vezes, vejo palavras doces e bem escritas se tornarem ríspidas e secas. E de me perguntar: “Será que era realmente isso que seus criadores queriam transmitir ou eu estou colocando meus sentimentos, minhas angustias, meus medos na hora de interpretá-los, ou será que o contrário também é verdadeiro?”

Interessante é perceber que pessoas que não me conhecem e que eu não conheço passem a ter importância por aquilo que escrevem ou deixam de escrever. E de como tudo seria mais fácil se pudessémos estar bem ali, na hora que nossa mensagem fosse recebida. Só para poder dizer, com um sorriso, ou com palavras: “ei, não foi isso que eu quis dizer...”.


See ya,

segunda-feira, outubro 16, 2006

Im back...

Sai e nem disse para aonde ia. Agora volto para dizer aonde fui.

Fui ver minha querida family em Floripa, terra da
Giorgia . Apesar de todas as minha preces, foi um feriadão quase que inglês: tudo nublado, cinzento, chuvoso e frio.

Foi também um feriado triste. Nosso cãozinho querido se foi. Depois de nos acompanhar por 14 anos, Conhaque foi ter seu devido descanço. Esteja com Deus, meu querido. Saibas que jamais serás esquecido!

Em resumo, os quatro dias de descanço foram literalmente para descaçar. Muita Net e papo jogado fora. Comidinha da mummy e carinho do daddy. Muitos abraços, beijos e lambidas de todos os fofuchos carrochos. Muita roupa suja também, afinal brincar com 6 cachorros num é mole não!

Conhecemos a Banca 32, no mercado público de Floripa. Muito legal, mas cheia. A comida, devo confessar que não me disse nada. Até "patinhas" de siri eu provei. O que eu achei? Meio sem graça. Ou talvez fosse meu paladar que não estivesse grande coisa. Nada ali me atraiu muito. A não ser é claro, pãozinho torrado com molho de pimenta verde. Eita pimenta boa!!! Devia te comprado um vidrinho para mim. O chopp estava no ponto e o papo rolou até eu ficar meio "grog".

Depois fomos tomar sorvete na Lagoa da Conceição. Não gostei também. Achei o buffet de sorvete de Canasvieras infinitamente melhor. Sorvete com sabor de verdade e não aqueles sabores artificiais que nos vendem!!

Ali encontrei uma ferinha local. Adorei. Acabei achando um fornecedor de lâmpadas chinesas. Ou melhor, lanternas chinesas. Fiquei hiper feliz, pois se não achar as mesmas em São Paulo, já tenho aonde procurar. Aluguel ele faz R$ 8,00 cada uma, para comprar devo pagar R$ 14,00.

A volta é que foi dolorida. 8 horas. Trânsito pesado. Enormes engarrafamentos em plena BR-101. Não vejo a hora dessa duplicação acabar!

See ya,

terça-feira, outubro 10, 2006

Digital Camera

Eu quero! Eu quero! Eu quero! Buáaaaaaaa!

Queria tanto uma câmera digital que me desse asa para alimentar esse blog! Como não tenho nenhuma, fico meio entediada de só escrever. Sim. Sou uma pessoa que gosta de "visu". Tudo para mim só tem graça se eu posso enxergar, ver a beleza das coisas. Raro, são os blogs que sou fã que não possuam um visual arrojado e intrigante. Fotos de tudo que é tipo. Animais, pratos, viagens, pessoas. Tudo, absolutamente tudo, me encanta.

Queria poder compartilhar essa minha adoração aqui também. Possuo uma antiga máquina fotográfica profissional. Amo-a de paixão. Ela me traz inúmeras recordações. Não, não está quebrada. Continua inteirinha e funcionando. O problema é o custo. Puxa! Como é caro para revelar fotos nesse país! Dai essa febre de cameras digitais existentes hoje.

Lembro que quando lançaram essas "geringonças futuristas", eu não queria saber delas. Não! Para mim, fotografia era a maneira antiga. Muito mais charme, muito mais recursos. E além do mais, tinha acabado de aprender realmente a manipular minha Yashica 109 (é eu sei, por favor não riam!). Máquina que comprei com muito esforço na época. Lembro até o hoje o quanto paguei: R$ 799,00. Não é tanto?! Bom, mas eu não disse o ano, certo? 1995, 1º Ano da faculdade. Naquela época, isso era um dinheirão (Se bem que para mim, ainda hoje, é um dinheirão!! ). Lembro que eu desejava uma Nikon ou uma Canon, mas o "dindin" só dava para essa. Então, quem não tem cão, caça com gato... Caçei muito com ela. Lindas fotos, devo me gabar. Algumas estão pinduradas na minha parede. Outras em meus inúmeros álbuns. Tenho até aquelas que sairam uma M., mas que me fazem lembrar como é difícil acertar foco quando se usa óculos e o sol bate no teu olho.

Bom, por isso mantenho-a bem perto de mim. De tempos em tempos, vou ali, dou uma verificada para ver se ela não está enferrujada ou com teias de aranha. Testo minha visão, que está piorando cada ano que passa. Testo para ver se ainda consigo acertar o foco. Constato que conseguir eu consigo, mas é melhor tirar foto de coisas paradas, porque se forem em movimento até eu acertar a coisa já passou. Ai, jesus!

Ah! Já ia me esquecendo. Ela tem um lindo tripé. Carissimo, por sinal. Usei ele tão poucas vezes, que chega a dar dó. É de titânio. Levíssimo. Ganhei do meu irmão no Natal que passamos em Oxford. O porquê do não uso? Nunca comprei o acessório que instalado na máquina impede a "tremedeira".

Voltando ao custo das fotos. Pois então. É tão caro revelar fotos aqui, que acabo usando a máquina apenas para viagens. Nunca para coisas simples da vida. Além disso, se quisesse passar para o computador teria que scanear. Sinceramente, até hoje não encontrei nenhum scaner que deixe a foto com a original. Talvez os usados em editoras, agências... etc, façam isso, mas não os caseiros. Fica tudo pálido. Fica tão sem graça, que é melhor nem scanear.

E é por isso que eu quero uma câmera digital. Eu preciso de uma!

Quando eu comprar uma, vou tirar tantas fotos, das coisas mais absurda possíveis. E vocês serão minhas testemunhas
!
Era wilson,

see ya,

sexta-feira, outubro 06, 2006

Pesadelo

Ontem tive um pesadelo horrível: tudo dava errado em meu casamento! Dificilmente conseguiria transcrever todas as sensações e sentimentos que abarrotaram minha mente, mas vou tentar ser o mais “descritiva” possível.

A festa estava acontecendo no pátio da casa da minha vó!! Nos fundos. Na churrasqueira, caindo aos pedaços. (Aiiiiiiiii! Para que conhece, deve imaginar o quanto fiquei apavorada.) De repente começa a cair um toró (tradução: chuva torrencial) daqueles. Os convidados quase chegando e eu sem maquiagem e com o cabelo todo desarrumado. Corro para a cozinha chorando e tento arrumar meu cabelo, em vão. Lembro do buquê. Cadê o buquê!! Não tinha buquê! Tinha apenas as flores atiradas sobre a mesa. Tento reuni-las em um laço de fita de cetim. Fica horrível. Retiro a fita e tento fazer de novo. Cadê os cabos das flores? Ficaram subtamente pequenos. Impossível de amarrar. Grito, mas a voz sai fraca, quase inaudível. Ninguém me ouve. Tento gritar mais alto ainda. Nada.

Ufa! Acordo, mas a sensação fica. Será que isso foi um presságio? Minhas colegas de trabalho, disseram que tenho que relaxar um pouco. Fazer yoga. E não me preocupar, porque geralmente os sonhos são o contrário da realidade.

Será?! Assim espero.


See ya,

Preparativos

Na quarta fomos ver um fornecedor de vídeo, lá no Menino Deus. Saudades daquele bairro. Fazia tempo que não aparecia por ali. Está tudo muito diferente, mais moderno. O charme, no entanto, não mudou.

Estacionamos no Zaffari, instalado em um antigo terreno-fazenda. A casa tombada está maravilhosa. Cheia de janelas. Comentei com o Ni que eu adoro casa cheia de janela. Entra mais luz, ambiente mais positivo. E como, hoje em dia, as casas têm poucas janelas Ni, como um bom engenheiro, já veio me dizendo: “É que hoje em dia, é muito caro fazer janelas. Fica mais barato optar por iluminação artificial.” Ahã. Pura verdade. Mas eu detesto iluminação artificial. Gosto de luz do sol. Gosto de ter o ar entrando pelas janelas iluminadas.

Fomos caminhando até o prédio da produtora de vídeo. Lembranças da minha infância foram surgindo. Do tempo em que minha mãe nos levava para passear. De irmos buscar meu irmão caçula na escolinha “Cisne Branco”. De irmos comprar papel de carta para nossa coleção na loja “Tio patinhas”. Tempos que não voltam mais, já dizia uma bela canção.

Bom, voltando para a produtora. Fomos muito bem recebidos. De cara, gostamos do lugar. Sentamos para ver um dvd de casamento feito por eles. Menu muito show. Foto do casal em preto e branco, só o buquê da noiva em vermelho. “Começou bem”, pensei. Making off dos preparativos e.. U2 na trilha de fundo! Meus olhos encheram d’água. Era a música que abriu o show deles em Buenos Aires. Novas lembranças. Deu um aperto no coração, um frio na barriga. O sonho se concretizando.

O rapaz continuou a apresentar o dvd, tudo bem bacana. Bem dirigido e editado sem monotonia. O engraçado foi ver a noiva totalmente preocupada com as fotos e as gravações. Nada paracia muito natural, tamanha a necessidade dela que tudo fosse registrado. Espero que o mesmo não aconteça comigo.

No final o resultado nos agradou. O preço não foi o dos melhores, mas também não é nada exorbitante. Agora é decidir entre os muitos ofertados.

Mas, uma coisa no dvd me trouxe dúvidas. Nunca quis casar em Igreja. Acho chato, demorado e sem romantismo. Passa a visão da Igreja sobre casamento e não a minha visão. Gosto mais do estilo americano, com jardim, troca de votos, cumplicidade, trilha sonora romântica.

No entanto, estava disposta a trocar meu sonho para agradar aos meus pais, aos pais dele, enfim a todos. O dvd mudou isso. Voltaram as dúvidas, voltou aquela sensação de não estar fazendo o que realmente quero e de que estou sendo convencida por todos que esse é o caminho certo, mas não quero o certo! Não quero aquelas músicas sacras. Não quero ficar parada frente a um Padre, enquanto ele fala sobre coisas que desconhece. Quero que todos ao redor saibam as razões e motivos pelos quais escolhi o Ni para ser meu companheiro. Quero que ele diga a todos o porquê dele me amar. Quero que todos saibam que estamos fazendo ali muito mais do que promessas e juras, que estamos iniciando uma familía, na crença que pertencemos um ao outro.

Resta saber qual atitude irei tomar...


See ya,

quarta-feira, setembro 27, 2006

Aprendiz 3 - The End

Ontem foi a final do "Aprendiz 3", muito suspense e uma ótima surpresa: o Anselmo saiu vitorioso.

Por várias vezes durante o programa achei que o mau caratismo iria prevalecer.

Tremi muito, confesso. Parecia que eu é que estava sendo entrevistada. Torci muito para que as respostas do Anselmo fosse claras e objetivas. Torci para que a máscara da Bia caisse.

Cair não caiu, mas deixou uma beirada a mostra. E acho que isso foi fundamental para sua queda. Faltou conteúdo "humano". Inegável que ela tem talento, que ela conhece marketing. Mas isso não é o suficiente, pelo menos para mim, para ganhar uma oportunidade como esta. Precisa ética e respeito ao próximo, coisa que passam longe da profissional Bia.

Faltou acima de tudo, para Bia, humildade. Cheia de sorbeba, já se via vencedora. Menosprezou o adversário. Insolente, respondeu perguntas decisivas com respostas vazias.

Perguntada: "Me explique essa questão levantada por todos, de que você quando é líder, move mundos, mas quando é liderada age passivamente ou até mesmo boicota o projeto." Respondeu que era agressiva mas não uma má pessoa. E só. Não comentou essa falha tão gritante em seu caráter. Igonou, apenas.

Entre escolher entre Gandi, Bush, Mandela, optou por Churchill. "Porquê?" - perguntou Justos. "Ah.. eu sei que ele era beberrão, mas sei lá. Gosto dele. Foi fundamental para acabar com o Nazismo...é gosto dele." ãh?!!!

Animal que se indentifica? "Leão. Porque ele zela por todos na selva. Apesar dele mandar a leoa caçar é ele que protege a todos. " hum... tá bom.

Pior ainda foi optar por salvar Bill Clinton em detrimento de Stephen Hawkings. Sem comentário!

Anselmo, em contrapartida, escolheu a formiga como animal que mais se identifica.Salvaria Hawkings e optou por Gandi. Seu super herói foi o superman, por ser aquele que lidera por exemplos.

Justo. Muito justo. Finalmente o bom superar o ruim. O ético vence o sem escrúpulo. O conteúdo vence a aparência.

Que bom seria se sempre tudo fosse assim...

see ya,

segunda-feira, setembro 25, 2006

Pergunta que não quer calar

Pergunta que não seria muito estranha em "Coisas Bobas" - Omitir e mentir é a mesma coisa?

Aprendiz 3

Ontem vi o penúltimo programa do "O Aprendiz 3". Devo dizer que fiquem muito, mas muito chateada.

A Bia foi para final. Inacreditável como pessoas como ela conseguem sempre vencer. Vencer os bons de indole, os bons de caráter, os que têm ética.

No fundo eu já esperava esse resultado, mas minha boa fé torcia para que não. Torcia para que finalmente os justos fossem beneficiados. Torcia para que as "máscaras" caissem. Torcia acima de tudo, para que a humanidade mudasse. Que os bons valores fossem os prestigiados. Que ser ambicionsa (no mau sentido da palavra) não fosse uma qualidade e sim um defeito.

Pois bem. A humanidade não mudou. Os que pisam e os que destratam continuam sendo aplaudidos. Continuamos a premiar os dissimulados.

Uma pena.

Pena que continuemos a "dar recibo" de que se formos inescrupulosos venceremos. De que "passar a perna" seja sinônimo de ambição sadia.

see ya,

quinta-feira, setembro 14, 2006

Life is like this...

Ontem, tive uma decepção muito grande com uma pessoa que amo muito.

Posso dizer que "broke my heart", pois não esperava tal atitude. Alguns, se soubessem do assunto, talvez questionassem minha mágoa. Mas o como os outros interpretam nossos sentimentos é bem diferente de como os sentimos. Talvez seja a razão de muitas confusões emocionais que acontecem dentro de nosso coração.

Difícil imaginar que alguém que tu serias capaz de morrer por, possa te magoar de uma forma tão inesplicável. Pior, por uma bobagem. Por uma supertição "silly" e sem sentido.

Incrível é a maneira como pequenos gestos transformam nossas atitudes perante a vida. Não deveria ser assim. Não deveríamos mudar, simplesmente porque fomos magoados. Não deveríamos deixar de confiar nas pessoas, nos puros sentimentos. Não deveríamos deixar nossa doçura ser penetrada pelo fel da dúvida, da ingratidão, da mentira, da omissão, enfim das coisas negativas.

Queria eu poder olhar minha magoa e jogá-la pela janela. Queria poder arrancá-la de minha memória para que a mesma não se perpetuasse em meu coração. Não se espalhace pela minha vida e apodrecesse meu jardim.

Mas infelizmente a vida é assim. Não podemos apagar os nosso arranhões e cicatrizes. Dizem que isso ocorre para que jamais voltemos a cometer os mesmos erros. Para que possamos fazer escolhas diferentes baseadas nas nossas esperiências. Concordo. Porém algumas cicatrizes ferem a alma e diminuem o nosso amor. E isso, sim, é ruim.

see ya,

quarta-feira, setembro 13, 2006

Refeitórios

Quer me ver realmente irritada? É a hora do almoço em um refeitório sem vergonha na cara!!

Cara, é inacreditável a capaciade com que essas empresas se empenham em fazer comida ruim com ingredientes bons. É um total descompromentimento com o gosto, com o resustado final. Às vezes fico pensando que as cozinheiras (os) apenas "jogam" os ingredientes na panela esperando que no final saia alguma coisa "comível".

Hoje, particurlamente, estou muito, mas muito irritada mesmo. No cardápio que nos informam todas as manhãs constava : frango ao molho de ervilhas. Excelente, pensei! Qual foi minha surpresa quando cheguei no buffet? Não era frango. Era um pedaço de uma parte da algum animal a ser decifrado. "O que é isso?!", perguntei. "É peru. É peru." respondeu uma das funcionárias, enquanto outra, ria meio que ironicamente, provalvelmente pensando: "eu sabia. eu sabia que ninguém iria acreditar! ".

Peru?!!! Peru uma ova, com o perdão da expressão. Eu amo cozinhar. Eu adoro culinária. E acima de tudo conheço muito bem um peru. Aquilo não era peru nem aqui nem na china. Parecia muito mais um ratão ensopado. Nojenjo!!

Não, não pense que fui apenas eu a reclamar. A maioria das pessoas ficava com a colher "rolando" aquele objeto escroto de um lado para o outro não acreditando que aquilo estava acontecendo.

Nada mais a declarar. Estou P. da vida! Falta de respeito total com uma sagrada refeição para mim é inaceitável!

E tenho dito.

terça-feira, setembro 12, 2006

Pointless

Hoje estou com pouco ou quase nenhuma, vontade de trabalhar. Sabe aqueles dias em que tudo parece pointless? Pois é. Minha vontade era de estar em outro lugar, de ser outra pessoa, enfim de viver outra vida.

Estranho esse sentimento que me invade e acredito invada muitas pessoas. Essa sensação de não ser completo, de estar fazendo tudo errado. Sensação de que as outras vidas são muito mais interessantes. De que a grama do vizinho é sempre mais verde. Inveja? Não. Não acredito que seja esse o sentimento. Talvez, mais apropriado seria dizer, sensação de ausência de vida. De que a vida está passando e eu estou apenas assistindo ao invés de atuar.

Agora mesmo, minhas colegas estavam perguntado quantos anos eu tinha. Eu respondi, 29 anos. “Então tu vais fazer 30 em ...Difícil, né?”, me disse uma delas. Pensei. Refleti e disse: “Não é que seja difícil. Estranho é ver aonde estou e como eu me imaginava que estaria com essa idade.”.

Mas esse post não é sobre idade. Sobre os tão temidos TRINTA. Ele é na verdade um desabafo. Acho que fiquei pensativa depois que fui no blog Coisas Bobas e vi um link para um discurso do Steve Job (fundador da apple) para formandos.

Muito legal. Fala de aproveitarmos ao máximo nossa vida e de não ver nas coisas negativas um desvio ou uma falha. Enxergar os caminhos diferentes que a vida nos propõe, diferentemente do que havíamos planejado, como uma coisa boa. De que não ter seguido pela trilha da direita e ter ido pela da esquerda, foi na verdade um golpe de sorte para estarmos aonde estamos atualmente.

No entanto, o que mais mexeu comigo foi a parte em que ele diz que todos os dias se olha no espelho e se pergunta se ele quer fazer aquilo pelo resto da vida, e se a resposta for não por vários dias seguidos, ele sabe que deve mudar o seu caminho. Ai fiquei pensando, que eu faço essa pergunta quase que diariamente. E a resposta não é das mais positivas não.

Não que eu seja a pessoa mais infeliz, pelo contrário. Mas gostaria de fazer outras coisas. Queria uma vida mais emocionante. Como no começo desse post, possuir aquele jardim mais verde. Olho alguns blogs tão legais. Vejo a vida deles tão excitantes, e quero a mesma coisa para mim.

Talvez seja uma miopia isso. Porque, afinal, eu só vejo o que eles me mostram. E quem gosta de mostrar coisas feias? Será que a vida deles é tão maravilhosa assim? Dúvido. Mas mesmo assim continuo a olhar pela janela e esquecendo das coisas boas do meu próprio quintal.

Talvez seja esse o meu grande desafio nessa vida: olhar o meu quintal e achá-lo o mais bonito, o mais desejado e o mais perfeito do mundo.

Espero... não! Eu vou conseguir fazer isso... um dia.

See ya,

quinta-feira, agosto 17, 2006

ALMA COLORADA!!!!!




Ontem foi um momento inesquecível, quando finalmente o meu time do coração conquistou a Taça Libertadores da América.

Chorei e rezei e chorei novamente. Coração saltitando dentro do peito. O corpo vibrava de tanta alegria, parecendo ter sido atingido por um raio. Tive vontade de berrar, de sair e dizer ao mundo que após tanta espera aquilo estava acontecendo. Estávamos sendo reconhecidos! A Alma Colorada estava sendo vingada.

Peninha que tive que assistir sozinha ao jogo. Meu noivo ao lado dormia como se nada estivesse acontecendo. A televisão em preto e branco desde a semana passada, não me deixou enxergar as cores vibrantes que resplandeciam no céu, mas não foi tão terrível, pois meu coração e minha mente sabiam da beleza do espetáculo. Era como se eu estivesse vendo em vermelho aquela multidão eufórica de alegria.

Liguei para o Pai e urrei no telefone :"Nós conseguimos. Nós conseguimos! Foi difícil mas nós conseguimos!!" , do outro lado da linha meu pai só era risos!

Já meu maninho, gremista fanático, só ficava ouvindo sem emitir nenhum som. Meu cunhado nem quis atender o telefone.. ahahah, não quis me dar esse gostinho. Mas não dá nada. O silêncio falava por eles. Não tinha mais o que fazer. Não tinha mais o que secar. Nós havíamos conquistado o título por tanto sonhado.

Que tamanha alegria coração. Que tamanha alegria.

Parabérns a todos os jogadores que souberam com força, garra, brilhantismo e acima de tudo humildade, alegrar milhões de corações. Parabéns ao Clemer que segurou a pressão até o último minuto. Parabéns ao Tinga, que mesmo expulso, nos encheu o coração de esperança novamente. Parabéns ao Sobis que sozinho no campo do adversário corria para deixar bem claro a mensagem "não desistiremos jamais!, nem com o jogo quase ganho".

Parabéns a todos os colorados que assim como eu choraram de alegria e esperavam por essa maravilhosa sensação!!



quarta-feira, agosto 16, 2006

Presentinhos...

Assuntos mais leves...

Eu estou querendo há dias colocar um post de agradecimento ao meu amigo Timur from Russia. Tão queridinho ele, me enviou umas guloseimas e aquelas bonequinhas russas que vão diminuido a medida que vamos tirando uma de dentro da outra.

Queria colocar a foto dos presentinhos aqui. Mas como não tenho camera digital fico só na vontade. Mas vou ver se pego emprestada da minha irmã e publico para guardar para o resto da minha vida, antes que eu devore as guloseimas.

Presentinho 2: meu lindo e maravilhoso noivinhos foi para Sampa e voltou com um mp3 vermelhinho da Sony de presente para mim. Ai, fiquei tão feliz. Coisa mais fofa ele.

Bitoquinhas para ambos.

ps: acho que nunca nenhum dos dois vai ler esse post. O primeiro porque não fala português e o outro porquê não curte muito blogs. Mas o importante é registrar, e isso, sim, está feito!

See ya,

O Aprendiz 3

Eu sei que disse no post anterior que eu queria escrever sobre assuntos que pensei há algum tempo. Mas me deu uma vontade de comentar o programa.. então como isso aqui é meu mesmo, lá vai.

Ontem passou o 4º espisódio da temporada do O Aprendiz 3 . Devo confessar que fiquei um tanto quanto nervosa assistindo a realização das tarefas por cada equipe. Acho que deve ter sido por ter me imaginado na mesma situação. Fiquei toda dolorida no final do programa.

Acho que o Justos demitiu o líder com coerência. O demitido da vez, foi o mesmo cara que pregou uma postura ética de um outro colega de grupo, mas na hora de liderar esqueceu esses princípios.

Ontem, para mim, ele teve ainda outra atitude imprópria para um líder. Julgou uma das pessoas de sua equipe sem ter informações suficientes e baseado em preconceitos. Muito feio.

O argumento utilizado por ele para demitir colega foi a falta de comprometimento da mesma para com o grupo. "Ah.. mas isso seria uma boa razão", deve estar pensando você. Seria. Seria se ele estivesse junto ao grupo para presenciar tal situação. Mas ele não estava. Apenas supos que ela não era comprometida, porque ela não ficava ligando para ele para dar satisfação. "Bom, mas isso tbm é uma razão". Concordo, mas ela não estava sozinha. Estava com dois colegas que estavam repassando para o líder a posição do grupo quanto aquela tarefa. Não era necessário a ligação de cada um dos membros para relatar a cada minuto o que os 3 estavam fazendo juntos.

O Justos até comentou com a candidata em questão que talvez ela devesse aparecer mais para o líder, considerando que ele estaria julgando suas atitudes baseado nas informações que ela passasse para ele. Ela concordou que foi ingênua em não tomar essa atitude. O Justos foi totalmente irônico dizendo que ingênuidade não era para líderes. Não gostei. Se eu tivesse lá teria respondido, que minha preocupação era com o resultado do grupo e não ficar fazendo "marketing pessoal" para me promover, que eu acredita que a minha competência falaria por mim mesmo sem a necessidade de ficar aparecendo.

Bom, mas eu não estou lá. Talvez porque não me acredite capaz de chegar a tal disputa, ou porque, na verdade, não sei se gostaria de passar por essas provas. Não sei se gostaria de chegar ao topo tendo que passar por tantas humilhações e ter que conviver com pessoas com caráter no mínimo duvidoso, como é o caso do tal Peter.

Esse é um carinha que merecia um outro post. Mas não estou afim agora.

Vamos ver o que ele vai aprontar nos próximos programas. Ai, se valer a pena, eu escrevo my opinion.

See ya,

Random Thoughts

As vezes tenho tantas coisas que gostaria de publicar aqui, mas que acabam se perdendo no tempo e espaço. Geralmente as idéias são formuladas, ou melhor, pensadas em lugares diferentes ou em horários em que não estou disponível para escrevê-las.

Aí eu fico pensando nos inúmeros blogs legais que tenho encontrado e que apresentam idéias, layouts, informações tão interessantes. Como será que eles conseguem fazer isso? Como conseguem disponibilizar tanto tempo e atenção a esse hobby?

Prêmios existem até. Inacreditávelmente, pessoas são premiadas pelos seus blogs!!! E eu mau consigo colocar todas as idéias que tenho...

Será que deveria ir armazenando em um tipo de "caderninho"? Mas será que isso não tira a expotanedade? Será que não acaba ao invés de se tornar um momento de desafabo e de compartilhar pensamentos com uma obrigação de agradar os possíveis leitores?

Sei lá. Ao mesmo tempo que quero tornar esse blog um momento único e especial, meu refúgio. Também quero que ele seja bonito, atrativo. Acredito que deve ser quase como um autor de livros que ao iniciar sua carreira não objetiva o sucesso e sim contar uma história, mas que depois de um certo tempo, acaba por se comprometer em agradar seus leitores, atender suas expectativas de modo a transformar sua forma inicial de escrita.

Nossa, que história bem maluca essa. Daria para "delirar" muito em cima disso.

Mas na verdade não quero.

Quero hoje, expor algumas post que eu "formulei" há alguns dias.

Lets see,