segunda-feira, outubro 08, 2007

My perfect day!

quinta-feira, setembro 06, 2007

segunda-feira, agosto 27, 2007

Em 2 semanas Mrs. Fernando...

Não morri, nem abandonei essa cozinha.

Só estou ocupada e "enlouquecida" com a organização do meu casório.



Minha idéia era aparecer por aqui só depois da minha honeymoon, mas achei meio grosseiro sumir por tanto tempo sem nem ao menos deixar uns petiscos... (well é meio mentira isso, mas tudo bem.)

Apareci mesmo só pq recebi visitas que mereciam no mínimo um comentário meu.

Então era wilson,

Volto lá em outubro com muitas fotos do casório e da minha trip pelo mercosul.

Por hora o layout do envelope do convite de casamento.



See ya,

quarta-feira, junho 06, 2007

Diálogo telefônico:

Eu: “Alô, a Tatiana por favor.”

The Creature: “Ela tá no horário de almoço. Quer deixar recado?”

Eu: “Sim. Avisa que a amostra está aprovada e que sexta-feira eu passo até as 11:00 para pegar o material”

Creature: “Peraí, que eu quero ver se peguei o recado direito. Até sexta-feira tu vem pegar o material depois das 11:00?”

Eu: “Não. Na sexta-feira eu passo até as 11:00 para pegar o material”

Creature: “Ah, tá. Então até as 11:00 a Patrícia da...”

Eu: “Zimann Lies”

Creature: “Como? ”

Eu: “Zimann Lies”

Creature: “Ah?”

Eu: “ Z – i – m – a – n – n L – i – e – s”

Creature: “Tizam Vie”?

Eu: “ Z – i – m – a – n – n L – i – e – s”

Creature: “Vivian Zie”?

Eu: “Isso, minha filha. Isso mesmo”

Eita que as vezes é brabo ter paciência...Melhor mesmo é rir e concordar.

terça-feira, junho 05, 2007

Pero no mucho

Cara, juro que eu queria escrever mais! Juro que eu queria ser igualzinho aos blogueiros famosos ou melhor, não os famosos, os bons. (sim, porque ser famoso, não é garantia de qualidade). Mas isso requer talento. Não é para muitos, temos que concordar. Serei eu mais uma na multidão? Com certeza.

No fundo, penso que esse é apenas mais um desejo entre tantos que tenho. Como a própria definição ao lado. Quero ser tudo, quero ter tudo, quero conhecer tudo. E por fim, acabo conhecendo um pouquinho de cada coisa, mas nada profundo o suficiente para me tornar a melhor naquilo que faço.

Confesso que gostaria que esse blog fosse intrigante, inovador e diferente. Gostaria... Pero, no mucho. Não me dedico o suficiente. Esperar que algo que não exija esforço seja bom é um pouquinho demais, certo?

Às vezes, fico dizendo para mim mesmo que só não faço melhor porque não tenho tempo ou internet banda larga em casa ou que tenho que trabalhar pra ganhar dindim. Mentira! Sou muito preguiçosa para ficar fazendo tempo todo uma coisa só.

Pronto falei! Acho que a melhor definição para mim seria: “fogo de palha”. Algo novo me entusiasma, mas logo já descubro algo muito mais interessante para fazer e aquele encanto desaparece.

E para quem é essa desculpa mesmo? Ah! Para ninguém. Comecei esse texto, porque estava lendo alguns blogs muito bacanas e como sempre veio essa idéia na cabeça. E dessa vez resolvi escrever sobre ela. Mesmo que só um pouco, porque eu já tenho outras coisas para ver e descobrir.
See ya,

terça-feira, maio 22, 2007

Ai que honra.. ai que vergonha!

Gente!!! Recebi a visita de um ilustre blogueiro aqui. Não me perguntem como ele chegou até mim, mas estou muito orgulhosa.

Fiquei mega-feliz quando vi que que o Alexandre Iganaki, do Pensar Enlouquece, deixou um recadinho agradecendo a minha indicação. Só que alegria de pobre dura pouco, né? Fui ver que tinha uma avalanche de erros de português no meu post!!! Que vexame! Sei que tinha dito desde o princípio que não me preocuparia com esses errinhos, mas isso era antes de receber tamanha visita. Agora não sei nem aonde enfiar minha cara.

Buenas, também não adianta chorar o leite derramado, então eu que agradecer a visita do Alexandre, da Giorgia e da Luiza aqui no Temperos. Fiquei muito honrada.

Prometo, que tentarei da próxima vez, cometer menos pecados contra nossa língua. Mas eu não "agarantio nada" heeheh.

See ya,

ps: Se um dia eles voltarem aqui: Alexandre e Luiza, gostaria de saber como chegaram ao Temperos. Sabe como é.. a curiosidade matou o gato.

bjs

sexta-feira, maio 18, 2007

TOP 5 Nacional e Internacional

Seguindo “o chamado” heheh vou indicar aqui minhas leituras obrigatórias. Porém vou deixar 2 blogs fora da lista e elegê-los au concour, pois são tão especiais que não podem ficar em uma listinha:

O primeiro é um blog que no momento está em standby (infelizmente) A Vida Escrita a mão. É o blog-inspirador do Temperos da vida. É um blog facinante que vale ser lido do princípio ao fim.

O segundo é o Coisas Bobas, blog para quem gosta de alma, espiritualidade,animais e respeito ao próximo, sem frescura ou chatisse. Poderia fazer um texto imenso comentando essa minha leitura diária, mas acho que vale mais apena ir lá e conferir pessoalmente.

Como gosto de ler blogs internacionais com a mesma frequência dos nacionais, resolvi fazer dois TOP 5, o internacional e o nacional.. e sem mais demora lá vai:

TOP 5 Internacional – Idioma inglês:

1 – Delicious: Day – 2 alemães muito simpáticos que transformam a culinária em arte. Idéias criativas e inovadoras fazem a gente querer voltar sempre.

2 – Mahanandi – Para quem gosta de comida vegetariana e indiana esse blog é um prato cheio. Peninha que muitos ingredientes não existem por aqui. Mas dá uma água na boca....

3 – My little mochi – Blog de uma havaiana louca por artesanato e por crianças. Suas idéias são incríveis, mas nem sempre possuem receita. De qualquer forma, quem ama artesanato vai se encantar.

4 – Cooking-Gadgets – Ama culinária? Então esse é seu lugar. Tudo que existe de acessórios possíveis e impossíveis está nesse blog. Nele a imaginação humana se prova ilimitada. Mas não é site de vendas, são apenas boas indicações da mente critativa mundial.

5 – Cafe Fernando – Cozinha de um turco para lá de talentoso. Queria ter metade de sua técnica na arte de transformar os alimentos. Suas fotos são divinas.

TOP 5 – Nacional

1 – Sampaist – São Paulo para todos. Blog que nos informa sobre todas as atividades culturais, gastronomicas, políticas e outras cositas mais dessa megalópole encantadora.

2 – Pensar Enlouquece - Talvez nem seja novidade para muitos esse blog. Mas todos que o conhecem sabe o porquê da indicação. Paulista-japones que é um marco de informação sobre tudo e todos.

3 – Viaje na Viagem – Idem ao Pensar Enlouquece, uma unanimidade para quem curte viajar. Dicas dos melhroes restaurantes, pousadas, hotéis. Onde encontrar um passeio inesquecível. Viagem para todos os budgets com certeza.

4 – Favoritos – Descobri esse blog essa semana, mas achei tão criativo e útil que não poderia estar fora da lista. É o almanaque eletrônico atual. Lá se encontra de tudo um pouco. Blog para quem, assim como eu, é pra lá de curioso.

5 – Sublime Sucubus – Last but not least o site de uma carioca pra lá de divertida. Assuntos cotidianos tratados com humor negro que te levarão as gargalhadas.
Era wilson,
espero que gostem das minhas indicações e se divirtam com esses blogs, assim como eu faço todos os dias.

quinta-feira, maio 17, 2007

Antônio Prado - Fim




No dia seguinte levantamos, tomamos café e nos despedimos da pousada Zanotto com a promessa de voltarmos no inverno. Fomos passando por aquelas estradinhas rumo ao centro da cidade, com uma nostalgia imensa. Lugar tranqüilo onde a paz encontrou repouso.

Decidimos voltar para Porto Alegre pela antiga estrada, conhecida como “Caminho da Imigração”, que se chama dessa forma, pois foi por ali que os primeiros colonos italianos passaram para chegar a região.

Aconselho a todos que façam esse passeio. A estrada é pequena e de chão batido, mas o visual é deslumbrante. Fora que podemos visitar algumas famílias que ainda permanecem no local desde o tempo da colonização.




Logo no começo do caminho está localizada o moinho movido a água, que ainda hoje fabrica farinha de milho. É possível fazer uma visita pelas instalações e ver como funciona todo o processo.

Mas não vá esperando uma visita guiada com hora marcada e com explicações técnicas. Infelizmente, por não haver um fluxo grande de turistas e por falta de treinamentos, não existe uma infraestrutura preparada esperando sorridente o próximo grupo para a visita.



Tivemos que bater na porta da casa, perguntar se estavam abertos e se podiam nos receber. Prontamente o fizeram. Disso não podemos reclamar. Mas se o turista é um pouco tímido ou desavisado, passa pelo local sem ao menos perceber que estava perdendo uma ótima visita.




Próxima parada: casa de artesanato. Essa casa fica bem no centrinho do que podemos chamar de “mini-cidade”. Nesse momento, parece que estamos adentrando um filme do século passado. Um faroeste desabitado. Novamente tudo fechado. Tudo bem que chegamos bem perto do meio-dia, hora do almoço sagrada em pequenas cidades. Mas ao menos esperávamos encontrar alguma plaquinha do tipo “hora do almoço, volte mais tarde”. Mas não, só havia o silêncio.

Percebemos que seria inútil tentar visitar a casa de artesanato e a casa do ferreiro. O jeito era ir almoçar. Mas aonde? Sim, porque ali não encontraríamos nada a não ser residências. Pelo mapa que pegamos indicava que o Caminho da Imigração já estava no fim, e que logo entraríamos na RS-122. Então resolvemos almoçar em uma cantina charmosa na beira da estrada. Melhor comida não poderíamos ter. O lugar oferece um rodízio de massa com galeto, mas optamos por algo mais leve, já que teríamos que viajar por quase 3 horas. Escolhemos 1 pedaço de galeto com 1 porção de massa quatro queijos. Massa caseira, amarelinha. Lugar para ser re-visitado com certeza, mas com tempo para apreciar todas as guloseimas oferecidas.

Quando fomos pagar, comentei com a atendente que não tínhamos encontrado aberto nem a casa de artesanato nem o ferreiro. Qual minha surpresa? A moça era prima da dona do artesanato. Prontamente, ligou para lá e pediu que abrisse o lugar para conhecermos.

Confesso que a casa não tem nada de mais a não ser pela arquitetura. Mas valeu para conhecer. Não tinha quase nada de artesanato, mas acabei comprando 1 bonequinha feita toda de palha de milho.

A moça que nos atendeu, informou que abrem muito pouco aquela casa, pois quase não têm visitantes. Informou também que se eu quisesse conhecer o ferreiro bastava bater na porta que eles nos atenderiam sem problema algum.



olha minha bonequinha que fofa...



Batemos e quem nos atendeu foi uma senhora bem velhinha com uma cesta lotada de cachos de uva. Era a esposa do ferreiro. Ele estava doente, mas ela abriria o galpão para conhecermos. Nos contou que ele costuma fazer demonstrações de como trabalhavam no passado. Foi uma pena não podermos assistir, pois o local transpirava uma viagem no tempo.




Na saída, fomos pagar pela visita (não cobram, apenas tem um cartaz pedindo colaboração de míseros R$ 2,50 por pessoa), mas a senhora disse que não precisa já que não tínhamos visto o ferreiro em ação. Dissemos que não tinha problema e que só conhecer o local já valia. Ela acabou aceitando, mas não antes que aceitássemos alguns cachos de uva como retribuição.



E foi assim que encerramos nossa visita a Antônio Prado. Uma cidade encantadora, sem muita aventura, mas com certeza com inúmeras gentilezas de um povo receptivo e pronto para nos atender da melhor maneira possível.










Antônio Prado - 2º Parte- muiiito atrasada!


Nossa Cabana

O bom de viajar sem pressa de conhecer tudo em 24 horas é poder fazer seus próprios horários. É claro que situações como essas só são possíveis quando sabemos que poderemos visitar aquela cidade a qualquer momento e instante. Que não precisaremos gastar uma fortuna para re-descobrir os locais esquecidos na última vez que ali estivemos.


O lindo gatinho que ficava na nossa cabana dormindo


E foi com essa tranqüilidade que aproveitamos o segundo dia em Antônio Prado para efetivamente descansar. Apesar de termos dito para Dona Edite (dona da pousada) que iríamos acordar bem cedo, acabamos aparecendo para o café da manhã as 9:30. Diga-se de passagem, um belo desjejum, com direito a um bolo de coco perfeito.

Partimos para ver as famosas “Cascatas da Usina”. Depois de uns 10 km de estrada de chão, finalmente chegamos ao local. Elas são realmente muito bonitas, mas eu esperava um pouco mais. Esperava chegar bem perto. Sentir a água gelada, mas o máximo que conseguimos foi tirar belas fotos dos mirantes. Mais tarde acabamos descobrindo que existia um caminho que levava até elas, mas nada de fácil acesso, pelo que pudemos notar. E como não estávamos com nenhum guia, não seria muito inteligente descer pela mata fechada.

Voltamos para a pousada, pois já era quase a hora do almoço.Dessa vez tivemos um almoço “campeiro”: feijão, abóbora caramelada, carne de panela, salada, vinho e suco de uva. O feijão em especial estava maravilhoso, já que lembrava muito aquele que a minha mãe faz.

Nossos anfitriões nos convidaram para fazer um passeio rural pelo pomar no final do dia, então aproveitamos para “tirar a sonequinha” da tarde. Acordamos e fomos a nossa imersão no mundo rural.




Partimos em cima de um tratorzinho para conhecer os pomares de maça, os milharais e as videiras. O sol estava de matar, apesar da hora. Como eu nunca tinha visto um pomar de maça antes, estava achando tudo magnífico. Ainda mais que estávamos sendo presenteados com uma quantidade quase obscena de maças. Já o Neni, que conhece bem esse tipo de plantação, estava horrorizado deles terem abandonado parte do pomar. De acordo com o nosso guia, ele haviam abandonado o pomar para que pudessem comer fruta sem agrotóxico. Mas no fundo, achamos que era porque dava muito trabalho para pouco retorno. O Neni disse que esse tipo de abandono irá comprometer, mais cedo ou tarde, o restante do pomar tratado. Mais tarde, quando fomos usufruir nosso presente, o porquê ficou bem mais claro (depois conto melhor...).

Nosso anfitrião

Não pude, no entanto, deixar de pensar na pobreza mundial enquanto andava por aquele pomar. “Como é que é?” Vocês devem estar se perguntando. Pode deixar que eu explico. É que enquanto estávamos colhendo e passeando, pude ver que inúmeras maças estavam apodrecendo no pé ou caídas pelo chão. E não consegui evitar em pensar que a pobreza de alguns está diretamente vinculada ao esbanjar de outros. Que assim como aquele lugar deixava suas frutas apodrecerem outros tantos produtores faziam o mesmo com suas plantações ao invés de dividir com aqueles que tem fome. É claro que não estou propondo nenhuma revolução ou coisa parecida. Muito menos dizendo que os grandes fazendeiros são inescrupulosos. O que pensei foi, que a humanidade não avança mais, porque ainda está muito apegada “a posse”. E eu me incluo nisso. Também pouco sem dividir. Bom, mas essa história é sobre Antônio Prado e não sobre ideais. Então voltemos.

Depois desse passeio rural, fomos nos arrumar, pois tínhamos um jantar muito especial na pousada. Estava havendo um encontro de seminaristas da região e os donos da pousada resolveram oferecer um jantar a eles.

Nossa penúltima refeição foi uma churrascada alla italiana com direito a polenta frita, massa caseira, radiche, pão e muito vinho. De sobremesa tivemos sagu, torta de limão e biscoitinhos. Um “gran finale” digno dos deuses. Heheeh


Que mesa!!!



quarta-feira, maio 09, 2007

Flor da Paixão

Sei que faz um tempão que não escrevo. Correria total com o nascimento do meu afilhadinho amado e com as atribuições do casório.
Mas resolvi dar o ar da graça, porque não poderia deixar de registrar um ato tão singelo e que mudou meu dia. Ontem o "seu" Telmo, um senhor que trabalha aqui na empresa e que é uma gracinha (como já diria a Hebe), me presenteou com uma linda flor púrpura. Motivo? Nenhum. Apenas um carinho que faz toda a diferença na vida de qualquer um. Fiquei super feliz. São esses pequenos gestos que mostram que o mundo ainda vale a pena, e que as pessoas podem e devem ser melhores do que pensamos.

Estão curiosos sobre a flor, então segue uma foto 1/2 boca que eu tirei e que não representa em nada sua beleza:




Vocês sabem a história dessa flor? (Como não confio muito em alguns links e sei que depois de algum tempo eles podem desaparecer e deixar uma falha técnica no meu blog, resolvi copiar, mas se preferir ir ao site da onde eu retirei esse texto, fiz o link no nome da autora.)

"Flor do Maracujá: porque é conhecida como "flor-da-paixão"

"O maracujá é uma planta tipicamente brasileira, muito apreciada pelo sabor de seus frutos e pelo perfume de suas flores. Estas flores, conhecidas como "Flores da Paixão", foram antigamente muito apreciadas e celebradas como "as graças dos prados, brincos da natureza e devoção da piedade cristã".

Dizem que em princípio do século XVII, chegou a primeira planta da América a Roma que foi oferecida a Paulo V. Parece que também foi aqui que a piedosa fantasia se apoderou desta bela flor e descobriu-lhe as relações religiosas, com tanto entusiasmo expostas por Vasconcelos.

Atribuem ao padre Ferrari a paternidade do nome, "flor da paixão ou passiflora", o qual a classificou na sua obra "De florum cultura", publicada em 1833. Esta elegante trepadeira no Brasil é conhecida pelo nome indígena "maracujá".

É crença geral que o maracujá foi criado por Deus para perpetuar a lembrança do sacrifício do calvário. Esta flor de extraordinária beleza tem a singularidade de apresentar num simbolismo caprichoso da natureza, os principais instrumentos da Paixão de Cristo: coroa, açoites, cravos, chagas, etc. Sua aludida descrição de bela flor americana é célebre! Lozano adaptou-a quase palavra por palavra na sua história da conquista e outros historiadores a reproduziram. É esta:

Outros lhe chamavam coroa, outros molhos de açoites aberto, e tudo vem a ser. No meio deste pavilhão, ou coroa, ou molho, se vê levantada uma coluna branca, como de mármore, redonda, quase feita ao torno e rematada por uma preciosa maçã ou bola, que tira o ovalado. Do remate desta coluna nascem cinco quase expressas chagas, distintas todas e penduradas cada qual do seu fio, tão perfeitas que parece as não poderia pintar noutra forma o mais destro pintor: se não que, em lugar de sangue, tem por cima um como pó subtil, ao qual se aplicais o dedo, fica nele pintada a mesma chaga, formada de pó, como com tinta se poderia formar.

Sobre a bola ovada do remate, se vêem três cravos perfeitíssimos, as pontas na bola, os corpos e cabeças no ar; mais cuidareis que foram ali pregados de indústria, se a experiência vos não mostrara o contrário. A esta flor por isso chamam da paixão, porque mostra aos homens os principais instrumentos dela, que são: coroa, coluna, açoite, cravos, chagas. É flor que vive com sol e morre com ele; o mesmo é sepultar-se o sol, que fazê-lo sepulcro daquele pavilhão ou coroa, já então cor de luto e sepultar nele os instrumentos da Paixão sobreditos, que, nascido o sol, torna a ostentar ao mundo."

Complementamos a esta, outra descrição com belos versos do poema épico do Caramuru:

"Nem tu me esquecerás, flor admirada Em quem não sei se a graça, se a natura Fez da Paixão do Redentor Sagrada Uma formosa e natural pintura Pende com pomos mil sobre a latada Áureos na cor, redondos na figura O âmago fresco, doce rubicundo Que o sangue indica que salvaria o mundo Com densa cópia se derrama, Que muito a vulgar hera é parecida, Entre sachando pela verde rama Mil quadros da Paixão do Autor da vida; Milagre natural que a mente chama Com impulsos da graça, que a convida, A pintar sobre a flor aos nossos olhos A cruz de Cristo, as chagas e os abrolhos. É na forma redonda, qual diadema, De pontas, com espinhos, rodeada, A coluna no meio, e um claro emblema Das chagas santas e da cruz sagrada; Vêm-se os três cravos e na parte extrema Com arte a cruel lança figurada; A cor é branca, mas de um roxo exangue Salpicada, recorda o pio sangue. Prodígio raro, estranha maravilha, Com que tanto mistério se retrata! Onde em meio das trevas a fé brilha Que tanto desconhece a gente ingrata! Assim, do lado seu nascendo filha A humana espécie, Deus piedoso trata, E faz que, quando a graça em si despreza, Lhe pregue com esta flor a natureza" (Southey, History of Brazil, cap. 34).

Segundo folclore popular nordestino, quando Jesus estava na cruz, seu sangue escorreu pela madeira e molhou o solo. No pé da cruz havia uma planta que nunca deu flor e não tinha nenhuma virtude. Quando o sangue molhou a planta, ela soltou um botão, o botão virou flor e a flor trazia todos os sinais da crucificação. - "E havia junto da cruis, Um pé de maracujá, Carregadinho de frô, Aos pé de nosso sinhô. I o sangue de Jesus Cristo, Sangui pisado de dô, Nus pé du maracujá, Tingia todas as frô."

Não é provável que os feiticeiros ou pajés, conhecessem estas relações que os cristãos puseram no maracujá. O que se sabe, porém, é que certos pajés de algumas tribos, ao serem iniciados nas superstições, abstinham-se dos frutos do maracujá.
Maracujá, na língua tupi, quer dizer "alimento dentro da cuia". É mesmo na cuia, isto é, na própria casca, que o maracujá recebe total apreciação de norte a sul do país. Tanto que o Brasil conhece o recorde de mais de 150 variedades da fruta. Das quais são deliciosamente comestíveis o maracujá-amarelo, o maracujá-roxo e o avermelhado, bastante comuns nas regiões Sudeste e Sul.

Devido as suas propriedades terapêuticas, o maracujá possui grande valor medicinal: as folhas e o suco contêm passiflorina, um sedativo natural e o chá preparado com as folhas tem efeito diurético. Seu uso principal, no entanto, está na alimentação humana, na forma de sucos, doces, geléias, sorvetes e licores. É rico em vitamina C, cálcio e fósforo."
Agora eu entendi porque em inglês essa fruta se chama "passion fruit". Sempre fiquei divagando que deveria ser por suas propriedades afrodisíacas... santa ignorância.
De qualquer forma agora eu sei. E vocês também.
See ya,


quarta-feira, abril 18, 2007

Parábola - Pseudodefeitos em virtudes

Queria ter postado ontem, mas por falta de tempo não deu.
Ouvi ontem no programa "Conversando com a União" que é de uma rádio local que eu adoro. Pena não ser uma rádio que tenha grande abrangência, pois a programação é maravilhosa. Daria para dizer que o slogan da Antena 1 se encaxaria melhor para eles: "música chata não entra". Além de tudo isso, não existe aquela repetição massante que acaba com qualquer música. Existe um número infinitos de canções, mas as rádios mais tradicionais insistem em repetir, repetir, enfadonhamente as mesmas músicas.
Bom, mas esse post não é sobre a rádio. É sobre essa parábola que sempre que ouço ou leio me emociona.
Então vamos a ela:

Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara que carregava atravessada em seu pescoço.Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe; o pote rachado chegava apenas pela metade.Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço:- Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas.- Por quê? Perguntou o homem.- De que você está envergonhado?- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:- Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote:- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado. Eu ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. E lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa de meu senhor. Sem você ser do jeito que é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa.Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Se os reconhecermos, eles poderão causar beleza. Das nossas fraquezas, podemos tirar forças.

segunda-feira, abril 09, 2007

Céu de algodão

Voltei ontem de Sampa (depois conto a viagem) de avião. Geralmente eu durmo todo o tempo, pq tomo dramin para não enjoar (sim, enjôo feito mulher grávida. E não, não é medo.) Mas ontem, por alguma razão, o efeito da sonolência não me atingiu. Talvez, pq estava chorando, talvez pq Deus queria que eu visse sua obra.
Sentada na janela, ouvindo meu mp3, começou a surgir no horizonte um céu coberto de nuvens brancas, alvas. Fofas feito algodão. Não era possível ver a terra. Era como se estivéssemos andando sobre um tapete gigantesco de algodões. A luz do sol sobre eles era tão brilhante que faziam meus olhos cintilarem. E assim foi, por quase 1h40 minutos de vôo. Essa magnitude, essa paz.
Gostaria muito de ter tirado uma foto daquela vista, mas eu havia deixado a máquina com meu noivinho em Sampa.
Para quem ficou curioso, é bem parecido com o céu da Giorgia no Coisas Bobas.

quinta-feira, abril 05, 2007

3

Sempre passo por um desses questionamentos e penso: "tá.. depois eu faço" e acabo esquecendo, mas eu gostei desse. Então lá vai:


Três coisas que me assustam:

Espíritos
Cavalos
Baratas

Três coisas que eu amo fazer:

Dormir.
Comer
Viajar

Três coisas que eu estou sentindo agora:

Dor de garganta
Cansaço
Ansiedade

Três coisas que tenho ouvido no meu telefone:

Por que está com essa voz?
Tava dormindo?
Oi, sou eu.

Três coisas que eu odeio:

Mentira
Preconceito
Intolerância

Três coisas que eu não entendo:

Minha vontade de querer saber tudo, ser tudo.
A maldade contra os animais (todos eles!)
Ignorância

Três nomes:

Antônia
Nicolas
Nina

Três coisas em cima da minha mesa:

Bah, com certeza mais do que 3.. mas vai lá:

Xícara
Boo (personagem do Monster SA)
Cepacaina (é a dor de garganta me matando!)

Três coisas que eu estou fazendo agora:

Lendo blogs legais
Fazendo estatísticas pro meu chefe
Engolindo com dificuldade

Três coisas que eu quero fazer antes de morrer:

Emagrecer
Viajar para milhares de lugares, principalmente voltar e rever Oxford.
Aprender a italiano, espanhol e francês

Três coisas que eu sei fazer:

Falar inglês
Cozinhar
Bordar

Três coisas que eu não consigo fazer:

Dormir com barulho
Andar de patins
Surfar

Três bandas que eu acho que você deveria ouvir:

Aerosmith
Madona
U2

Três bandas que você NUNCA deveria ouvir:

Todas que tocam funk

Três filmes que você deveria assistir:

ET
Sociedade dos Poetas Mortos
Amigas para sempre

Três filmes que você NÃO deveria perder seu tempo assistindo:

Bah.. acho que não existe filme que faça a gente perder tempo. Tem uns bagaça, mas são divertidos de alguma forma.

Três comidas favoritas:

Pizza
Frango ao Curry
Lasagna

Três coisas que eu gostaria de aprender:

Arquitetura
Pintura
Surfar

Três coisas que eu bebo regularmente:

Água mineral com gás
Chá
Cerveja

Três programas de TV que eu assistia quando era pequeno:

Sítio do Pica Pau Amarelo.
Caras e caretas
Filmes da sessão da tarde

Três programas de TV que não perco por nada:

Como não tenho tv a cabo, só um que presta: A grande família

Três lugares:

Oxford
Paris
Porto Alegre

Três pessoas:

Meu noivo
Minhar irmã
Meu irmão

Três coisas que faço todo dia:

As refeições
Acordar
Dormir

Três coisas que fiz hoje:

Bordei
Olhei a internet
trabalhei

Três coisas na gaveta:

Sache de catchup, mostarda
Guardanapos
Muitas canetas

Três datas importantes:

O dia que me formei
O dia que cheguei na Inglaterra para ficar 1 ano
O dia que conheci meu amor

Três anos importantes na minha vida:

O ano que me formei
O ano que passei na Inglaterra
Este ano. Ano do meu casamento.

Três coisas que me fazem chorar:

Saudades
Ver animais sofrendo
Filmes

Três coisas que desejo pra todos:

Paz
Amor
Tolerância

quarta-feira, abril 04, 2007

Um triste adeus...

Quase todos os dias, chego no trabalho e antes de começar minha jornada, dou uma lidinha nos meus blogs favoritos: Coisas Bobas, SublimeSucubus, e claro, A Vida Escrita a Mão, meu blog mentor.

Foi neste último que vi uma tristeza não explicita, mas de que alguma forma mexeu comigo. Talvez tudo não passe de impressão minha. De qualquer forma gostaria de passar energia positiva para essas duas pessoas, que nem conheço pessoalmente, que também não me conhecem, mas que de alguma forma fizeram parte do que este blog é hoje.

Deixei uma mensagem lá, que quero registrar aqui. Me emociono sempre com essa oração. Me toca no fundo da alma.

"Uma noite eu tive um sonho...
Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e através do céu, passavam cenas da minha vida.
Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era meu e o outro era do Senhor.
Quando a última cena passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso me aborreceu deveras e perguntei então ao Senhor:
- Senhor, Tu me disseste que, uma vez que resolvi te seguir, Tu andarias sempre comigo, em todo o caminho. Contudo, notei que durante as maiores atribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque nas horas em que eu mais necessitava de Ti, Tu me deixaste sozinho.
O Senhor me respondeu:
- Meu querido filho. Jamais eu te deixaria nas horas de provas e de sofrimento. Quando viste, na areia, apenas um par de pegadas, eram as minhas. Foi exatamente aí que eu te carreguei nos braços."


A meus amigos virtuais o desejo de que a tormenta passe e um sol brilhe para guiá-los de volta.

terça-feira, abril 03, 2007

Lembrancinha Chá de Fraldo do Érico

Não posso dizer que o resultado foi o esperado. De acordo com Neni isso se deve a mudanças de última hora. Fiz um protótipo e na hora de fabricar mudei tudo. Leis para novos projetos totalmente quebradas.

Minha intenção, no entanto, foi a das melhores. O protótipo foi feito com bolo pronto. Sabe.. aqueles de supermecado. A aparência ficou linda, já o gosto... Então, na última, hora resolvi procurar uma receita na internet de pãozinho de mel. Entre milhares escolhi a que achei mais exótica: com especiarias e conhaque.

Comprei todos os ingredientes e pus as mãos na massa. Tinha que fazer 50 mini-vazinhos de pão-de-mel. Como o forno era pequeno, tive que dividir em 3 lotes. Eles cresceram e ficaram bem bonitinhos.

Já exausta, fui cobrir todos com a cobertura de chocolate. Well.. ai as coisas começaram a desabar. Os bolinhos começaram a murchar, simplesmente do nada. Para tentar disfarçar coloquei mais chocolate, but não ajudou muito. Eles ficaram todos com cara de desengonçados.

Que fracasso! Fiquei arrasada, pois foram horas e horas de planejamento. Queria que ficassem perfeitos, que fossem uma lembrancinha inesquecível. Bom, ficou tudo na vontade.

Claro que minha sister e meu cunhadinho, levaram tudo na esportiva, mas sei que no fundo eles devem ter pensado "pq não encomendamos tudo com uma profissional?".

As vezes a vida pode ser tão frustante!

Segue ai uma fotinho do protótipo. Os originais deixo pra mais tarde, quando me recuperar da vergonha.

See ya,

quarta-feira, março 28, 2007

terça-feira, março 13, 2007

Vulcão de "dulce de leche"

Então... resolvi fazer um teste para a lembrancinha do chá de fralda da minha maninha. Tirei a idéia do livro do Oliver "O retorno do chef", que é maravilhoso. Pães em vazinhos. Isso mesmo! Assar pães em pequenos vazos de argila não pintados.
Mas como não sou uma pessoa de seguir muito as receitas, resolvi adaptar. Ao invés de fazer uma receita de pão, resolvi fazer uma receita de cuca que é tudo de bom. Até então tudo estava indo bem. Coloquei a primeira parte da massa, depois 2 colheres imensas de doce de leite e cubri com o restante da massa. E mandei tudo direto pro forno.
20 minutos depois...um vulcaão de doce de leite em total erupção no meu forno! Sorte que eu tinha posto uma bandeja em baixo do vazinho, senão o estrago seria bem pior.
Devo confessar que o gosto ficou maravilhoso, já a aparência...nem tanto!
Outras tentativas serão feitas, dessa vez com menos gula e menos doce de leite, of course. Tenho 1 semaninha pra acertar tudo, ou minha maninha me mata.
Para quem quiser tentar a receita da cuca que vai bem com qualquer tipo de recheio, especialmente de uvas negras:
500 gramas de farinha de trigo (se quiser pode substituir 250g por farinha integral)
250 gramas de açúcar
150 gramas de margarina
1 sache de fermento químico
3 ovos
2 colheres de sopa de açúcar de baunilha
Coloque os 4 primeiros ingredientes em uma tigela e vá amassando bem. Quando estiver bem "farofento" acrescente os ovos. Não se preocupe se ficar tudo grudento. É para ficar desse modo. Se não ficar grudando a massa como se fosse um puxa-puxa na sua mão, acrescente bem pouquinho de leite, mas a princípio não precisa.
Divida a massa em dois. Espalhe a primeira parte da massa na forma untada e enfarinhada. Nessa fase é muito importante não xingar a quem vos fala, só pq a massa fica grudada na tua mão e não na forma. Tenha paciência minha criança.. não desista no primeiro obstáculo. Siga espalhando a massa até a mesma estar completamente grudada no fundo da forma. Ah! Pode acreditar que essa camadinha fininha vai crescer.. e como! Então coloque o recheio de sua vontade: uvas negras, doce de leite, goiaba, use sua imaginação! Cubra com o restante da massa. Nomes feios não, eihg! Se não desestiu na primeira etapa não vai ser agora, certo?
Dependendo do tipo de recheio da para cobrir a cuca com uma fina camada de canela com açúcar, mas ai vai tudo do gosto do fregues.
Asse em um forno pré-aquecido a 180 graus, não tinha dito antes?! hum.. desculpa. Continuando... por mais ou menos 45 minutos. Mas como diz o velho ditado popular " quem engorda o olho do boi é o olho do dono, fique de atento! Não venha depois rogar praga para minhas futuras gerações se a cuca queimar! Não sou vidente e não sei se teu forno é mega-turbo ou um caco-velho que devia estar em um museu.
Depois de pronto, basta fazer um bom cafezinho preto e apreciar todo o seu esforço.
Espero que goste.
See ya,

quarta-feira, março 07, 2007

Defumada

Hoje é aniversário da minha empresa, então teve almoço especial: churrasco. Como era no refeitório colocaram pequenos braseiros para manter as carnes quentes. Resultado: estou totalmente defumada! Argh!

Docinhos

Fomos ver uma fornecedora de docinhos para a mesa de doces. Adorei! Os doces são lindos e gostosos.
Acho que a mesa de doces do meu casamento não vai ficar devendo a nenhuma outra, mesmo não tendo sido contratada uma especialista.
Meu bolo também, vai ficar show. É claro, que não vou contar os detalhes, pq senão perde a graça. Mas posso adiantar que não vai ser bonito e sem gosto como os da maioria dos casamentos que fui. Vai ser delicioso e bonito, isso sim!
See ya,

Flash de Pensamentos Ruins

Ontem, estava em um engarrafamento cão na freeway. (Coisa que não é muito comum naquele horário. Depois descobri que era uma batida policial.). Estava conversando bem animada com meu noivo quando ele me interrompe abre o vidro e diz "aquela moça quer falar alguma coisa". Viro pro lado e a moça diz: "olha tá saindo uma água de baixo do teu carro, depois dá uma olhada".

Agradecemos e fechamos a janela. Um segundo depois eu falei: "é o ar-condicionado, mas que abobada!".

Na mesma hora me dei conta que estava sendo má (mesmo que ela não tenha ouvido nada, pois já estava com a janela fechada). Me dei conta que estava devolvendo uma energia ruim para uma pessoa que tinha me passado uma energia boa.

Pedi imediatamente perdão ao Senhor. Pedi do fundo do coração.

Por que será que, as vezes, mesmo não tendo a mínima intenção de ser má, esses coisas saem de nossas cabeças?

Resolvi postar para nunca esquecer de devolver energia boa pra energia boa recebida.

See ya,