Humanidade
Não importa o quanto eu viva e quanta experiência eu adquira, a humanidade sempre me surprende! Infelizmente mais para coisas ruins do que para coisas boas!
Não importa o quanto eu viva e quanta experiência eu adquira, a humanidade sempre me surprende! Infelizmente mais para coisas ruins do que para coisas boas!
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Patricia Fernando
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4:33 PM
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Inspirada pelo post de hoje da Giorgia que fala sobre passarinhos, resolvi postar um poema do poeta gaúcho Mário Quintana:
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Patricia Fernando
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1:15 PM
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Patricia Fernando
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10:24 AM
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Ontem parecia que seria mais um domingão daqueles sem muito a fazer. O dia estava lindo, sol brilhando no céu azul. Resolvemos ir caminhar no Jardim Botânico para fugir do inferno que deveria estar o briquê com os engajados de plantão.
Tinha convidado o Má para tomar um chimas. Mas ele não respondeu. Então fomos só eu e o Neni mesmo. Caminhando, porque é bem pertinho de casa. Ao chegar lá tinha me esquecido que precisava pagar, ainda bem que é bem baratinho a entrada: R$ 2,00 por pessoa. Começamos a caminhar e de cara fomos pro laguinho superpopuloso de jabuti ou será cágado? Nunca vi tanta criaturinha juntas em um mesmo lugar. Fofinhas demais. Umas tomavam sol enquanto outras só ficavam com a cabecinha de fora nos observando passar.
Seguimos adiante procurando as placas para tentar identificar as árvores. Infelizmente, apenas algumas estavam com placas. Mas foi divertido de qualquer forma.
O Má ligou perguntando se o chimas ainda estava de pé. Respondi, "claro, só que estamos no Jardim .. topas?". Prontamente ele aceitou.
Quando o Má chegou, fomos a mini exposição de cobras. O cheiro me lembrou o laboratório do Ministério que meu tio trabalhava. Como não gosto nem desgosto de cobra, foi normal. Depois vimos outra exposição de ossos de dinossauros. Logo na entrada tinha uma boca gigante de um jacaré pré-histórico. Eu é que não queria encontrar com aquele bicho.
Depois ficamos caminhando e observando as maravilhas da natureza. Acabei encontrando umas cascas de sementes em forma de flor que eu andava procurando faz tempo. Adorei. Peguei algumas para depois usar no meu artesanato.
Foi uma manhã gostosa, com companhia interessante, falando de tudo um pouco. Depois fomos almoçar no Prato Verde, comida vegetariana da melhor qualidade. Caminhamos um pouco pelo briquê, que por sinal estava até bem normalzinho (acho que os políticos não aguentaram o calor.. hehehe. ). E depois, of course, era hora da sonequinha da tarde.
O Má nos largou em casa e marcamos um pick-nik (vixi.. é assim que se escreve?!!) para daqui 3 semanas no mesmo bat-local . Acho que vai ser muito divertido!!
Simple life, simple things. What can be better?!!
See ya,
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Patricia Fernando
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12:59 PM
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Patricia Fernando
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8:52 AM
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Sai e nem disse para aonde ia. Agora volto para dizer aonde fui.
Fui ver minha querida family em Floripa, terra da Giorgia . Apesar de todas as minha preces, foi um feriadão quase que inglês: tudo nublado, cinzento, chuvoso e frio.
Foi também um feriado triste. Nosso cãozinho querido se foi. Depois de nos acompanhar por 14 anos, Conhaque foi ter seu devido descanço. Esteja com Deus, meu querido. Saibas que jamais serás esquecido!
Em resumo, os quatro dias de descanço foram literalmente para descaçar. Muita Net e papo jogado fora. Comidinha da mummy e carinho do daddy. Muitos abraços, beijos e lambidas de todos os fofuchos carrochos. Muita roupa suja também, afinal brincar com 6 cachorros num é mole não!
Conhecemos a Banca 32, no mercado público de Floripa. Muito legal, mas cheia. A comida, devo confessar que não me disse nada. Até "patinhas" de siri eu provei. O que eu achei? Meio sem graça. Ou talvez fosse meu paladar que não estivesse grande coisa. Nada ali me atraiu muito. A não ser é claro, pãozinho torrado com molho de pimenta verde. Eita pimenta boa!!! Devia te comprado um vidrinho para mim. O chopp estava no ponto e o papo rolou até eu ficar meio "grog".
Depois fomos tomar sorvete na Lagoa da Conceição. Não gostei também. Achei o buffet de sorvete de Canasvieras infinitamente melhor. Sorvete com sabor de verdade e não aqueles sabores artificiais que nos vendem!!
Ali encontrei uma ferinha local. Adorei. Acabei achando um fornecedor de lâmpadas chinesas. Ou melhor, lanternas chinesas. Fiquei hiper feliz, pois se não achar as mesmas em São Paulo, já tenho aonde procurar. Aluguel ele faz R$ 8,00 cada uma, para comprar devo pagar R$ 14,00.
A volta é que foi dolorida. 8 horas. Trânsito pesado. Enormes engarrafamentos em plena BR-101. Não vejo a hora dessa duplicação acabar!
See ya,
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Patricia Fernando
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12:40 PM
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Eu quero! Eu quero! Eu quero! Buáaaaaaaa!
Queria tanto uma câmera digital que me desse asa para alimentar esse blog! Como não tenho nenhuma, fico meio entediada de só escrever. Sim. Sou uma pessoa que gosta de "visu". Tudo para mim só tem graça se eu posso enxergar, ver a beleza das coisas. Raro, são os blogs que sou fã que não possuam um visual arrojado e intrigante. Fotos de tudo que é tipo. Animais, pratos, viagens, pessoas. Tudo, absolutamente tudo, me encanta.
Queria poder compartilhar essa minha adoração aqui também. Possuo uma antiga máquina fotográfica profissional. Amo-a de paixão. Ela me traz inúmeras recordações. Não, não está quebrada. Continua inteirinha e funcionando. O problema é o custo. Puxa! Como é caro para revelar fotos nesse país! Dai essa febre de cameras digitais existentes hoje.
Lembro que quando lançaram essas "geringonças futuristas", eu não queria saber delas. Não! Para mim, fotografia era a maneira antiga. Muito mais charme, muito mais recursos. E além do mais, tinha acabado de aprender realmente a manipular minha Yashica 109 (é eu sei, por favor não riam!). Máquina que comprei com muito esforço na época. Lembro até o hoje o quanto paguei: R$ 799,00. Não é tanto?! Bom, mas eu não disse o ano, certo? 1995, 1º Ano da faculdade. Naquela época, isso era um dinheirão (Se bem que para mim, ainda hoje, é um dinheirão!! ). Lembro que eu desejava uma Nikon ou uma Canon, mas o "dindin" só dava para essa. Então, quem não tem cão, caça com gato... Caçei muito com ela. Lindas fotos, devo me gabar. Algumas estão pinduradas na minha parede. Outras em meus inúmeros álbuns. Tenho até aquelas que sairam uma M., mas que me fazem lembrar como é difícil acertar foco quando se usa óculos e o sol bate no teu olho.
Bom, por isso mantenho-a bem perto de mim. De tempos em tempos, vou ali, dou uma verificada para ver se ela não está enferrujada ou com teias de aranha. Testo minha visão, que está piorando cada ano que passa. Testo para ver se ainda consigo acertar o foco. Constato que conseguir eu consigo, mas é melhor tirar foto de coisas paradas, porque se forem em movimento até eu acertar a coisa já passou. Ai, jesus!
Ah! Já ia me esquecendo. Ela tem um lindo tripé. Carissimo, por sinal. Usei ele tão poucas vezes, que chega a dar dó. É de titânio. Levíssimo. Ganhei do meu irmão no Natal que passamos em Oxford. O porquê do não uso? Nunca comprei o acessório que instalado na máquina impede a "tremedeira".
Voltando ao custo das fotos. Pois então. É tão caro revelar fotos aqui, que acabo usando a máquina apenas para viagens. Nunca para coisas simples da vida. Além disso, se quisesse passar para o computador teria que scanear. Sinceramente, até hoje não encontrei nenhum scaner que deixe a foto com a original. Talvez os usados em editoras, agências... etc, façam isso, mas não os caseiros. Fica tudo pálido. Fica tão sem graça, que é melhor nem scanear.
E é por isso que eu quero uma câmera digital. Eu preciso de uma!
Quando eu comprar uma, vou tirar tantas fotos, das coisas mais absurda possíveis. E vocês serão minhas testemunhas
!
Era wilson,
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Patricia Fernando
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12:28 PM
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Ontem tive um pesadelo horrível: tudo dava errado em meu casamento! Dificilmente conseguiria transcrever todas as sensações e sentimentos que abarrotaram minha mente, mas vou tentar ser o mais “descritiva” possível.
A festa estava acontecendo no pátio da casa da minha vó!! Nos fundos. Na churrasqueira, caindo aos pedaços. (Aiiiiiiiii! Para que conhece, deve imaginar o quanto fiquei apavorada.) De repente começa a cair um toró (tradução: chuva torrencial) daqueles. Os convidados quase chegando e eu sem maquiagem e com o cabelo todo desarrumado. Corro para a cozinha chorando e tento arrumar meu cabelo, em vão. Lembro do buquê. Cadê o buquê!! Não tinha buquê! Tinha apenas as flores atiradas sobre a mesa. Tento reuni-las em um laço de fita de cetim. Fica horrível. Retiro a fita e tento fazer de novo. Cadê os cabos das flores? Ficaram subtamente pequenos. Impossível de amarrar. Grito, mas a voz sai fraca, quase inaudível. Ninguém me ouve. Tento gritar mais alto ainda. Nada.
Ufa! Acordo, mas a sensação fica. Será que isso foi um presságio? Minhas colegas de trabalho, disseram que tenho que relaxar um pouco. Fazer yoga. E não me preocupar, porque geralmente os sonhos são o contrário da realidade.
Será?! Assim espero.
See ya,
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Patricia Fernando
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1:01 PM
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Na quarta fomos ver um fornecedor de vídeo, lá no Menino Deus. Saudades daquele bairro. Fazia tempo que não aparecia por ali. Está tudo muito diferente, mais moderno. O charme, no entanto, não mudou.
Estacionamos no Zaffari, instalado em um antigo terreno-fazenda. A casa tombada está maravilhosa. Cheia de janelas. Comentei com o Ni que eu adoro casa cheia de janela. Entra mais luz, ambiente mais positivo. E como, hoje em dia, as casas têm poucas janelas Ni, como um bom engenheiro, já veio me dizendo: “É que hoje em dia, é muito caro fazer janelas. Fica mais barato optar por iluminação artificial.” Ahã. Pura verdade. Mas eu detesto iluminação artificial. Gosto de luz do sol. Gosto de ter o ar entrando pelas janelas iluminadas.
Fomos caminhando até o prédio da produtora de vídeo. Lembranças da minha infância foram surgindo. Do tempo em que minha mãe nos levava para passear. De irmos buscar meu irmão caçula na escolinha “Cisne Branco”. De irmos comprar papel de carta para nossa coleção na loja “Tio patinhas”. Tempos que não voltam mais, já dizia uma bela canção.
Bom, voltando para a produtora. Fomos muito bem recebidos. De cara, gostamos do lugar. Sentamos para ver um dvd de casamento feito por eles. Menu muito show. Foto do casal em preto e branco, só o buquê da noiva em vermelho. “Começou bem”, pensei. Making off dos preparativos e.. U2 na trilha de fundo! Meus olhos encheram d’água. Era a música que abriu o show deles em Buenos Aires. Novas lembranças. Deu um aperto no coração, um frio na barriga. O sonho se concretizando.
O rapaz continuou a apresentar o dvd, tudo bem bacana. Bem dirigido e editado sem monotonia. O engraçado foi ver a noiva totalmente preocupada com as fotos e as gravações. Nada paracia muito natural, tamanha a necessidade dela que tudo fosse registrado. Espero que o mesmo não aconteça comigo.
No final o resultado nos agradou. O preço não foi o dos melhores, mas também não é nada exorbitante. Agora é decidir entre os muitos ofertados.
Mas, uma coisa no dvd me trouxe dúvidas. Nunca quis casar em Igreja. Acho chato, demorado e sem romantismo. Passa a visão da Igreja sobre casamento e não a minha visão. Gosto mais do estilo americano, com jardim, troca de votos, cumplicidade, trilha sonora romântica.
No entanto, estava disposta a trocar meu sonho para agradar aos meus pais, aos pais dele, enfim a todos. O dvd mudou isso. Voltaram as dúvidas, voltou aquela sensação de não estar fazendo o que realmente quero e de que estou sendo convencida por todos que esse é o caminho certo, mas não quero o certo! Não quero aquelas músicas sacras. Não quero ficar parada frente a um Padre, enquanto ele fala sobre coisas que desconhece. Quero que todos ao redor saibam as razões e motivos pelos quais escolhi o Ni para ser meu companheiro. Quero que ele diga a todos o porquê dele me amar. Quero que todos saibam que estamos fazendo ali muito mais do que promessas e juras, que estamos iniciando uma familía, na crença que pertencemos um ao outro.
Resta saber qual atitude irei tomar...
See ya,
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Patricia Fernando
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12:59 PM
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