quinta-feira, janeiro 04, 2007

Primeiro teste novo layout para fotos

Tanto pra dizer...

Estava agorinha mesmo navegando entre os meus blogs favoritos. Foi difícil parar de ler e tentar fazer um post. Adoro ter meu próprio blog, mas como tenho pouco tempo livre prefiro acessar os dos outros. São tão bem planejados e facinantes que parece que o meu fica muito a desejar.
Talvez seja essa inquietude na minha alma que me torne tão indecisa sobre os caminhos a seguir. Adoro ler os foodblogs e gostaria bastante que o meu fosse um. Mas também fico facinada com os blogs pessoais que refletem sobre a vida. Fico com vontade de ter um também. Os de artesanatos são meus prediletos, pena que são tão poucos.
Então é isso ai: meu blog não fala só de comida, nem só da vida, nem só de artesanato. Meu blog é uma miscêlania de coisas. Gostaria que meu layout fosse mais criativo, mas não domino mais a linguagem dos htmls para tentar mudar. Poderia até pegar alguns tutoriais que existem na internet e tentar fazer algo diferente do que está. Mas isso toma tempo. Coisa que não tenho muito. Pelo menos no trabalho que é de onde saem todas as minhas idéias. Tenho computador e internet em casa (discada!), poderia fazer lá. Só que passo tanto tempo na frente do computador, que quando chego em casa tudo o que eu menos quero é parar na frente da telinha.
Para quem e para quê estou escrevendo isso?! Nem eu mesmo sei!
Vamos colocar umas fotitos então no próximo post.
see ya,

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Rapidinha

Desde o Natal que não passo por aqui. Não por falta de vontade, mas sim por falta de tempo. Queria ter feito uma mensagem bem legal de final de ano, "pero" não deu.

De qualquer forma, resolvi dizer que ainda estou viva, se alguém se interessar. Tenho bastante novidades da correria: porto - floripa - lages - floripa - porto.

Assim que conseguir por a casa em ordem trago "las fotitos".

ps: nada a ver com assunto, mas queria postar antes que eu me esqueça ou que vire assunto banal de mais pra publicar. Ontem depois da aula de hidro vi uma coisa totalmente inacreditável. Esse mundo realmente está perdido. Lá estava eu me enxugando quando veja a mãe perguntar para a menininha de 4 anos: "já tireste o sutien, querida?" Como é que é?!! Dá pra repetir? Sutien?! Para uma criança? Por favor. Depois não sabem pq os jovens estão começando tudo antes do tempo. Pais totalmente alucinados com moda que esquecem que seus filhos são crianças. Fiquei revoltadíssima! Fui usar meu primeiro sutien com 14 anos! Que que é isso meu povo? Vamos se orientar!

Era isso, por que era pra ser uma rapidinha e já passou da hora.

See ya,
ps2: depois de eu ter digitado tudo isso, deu pane no sistema. Ainda bem que deu tempo de fazer um control + c e um control + v.

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Feliz Natal!!!



Eu
queria Senhor,
neste Natal, armar uma árvore
dentro do meu coração.
E nela pendurar, em vez de presentes,
os nomes de todos os meus amigos.
Os amigos de longe e de perto. Os antigos e os recentes.
Os que vejo sempre e os que raramente encontro.
Os sempre lembrados e os que às vezes, ficam esquecidos.
Os constantes e os intermitentes. Os das horas difíceis e os das horas alegres. Os que sem querer eu magoei e os que sem querer me magoaram.Aqueles a quem conheço profundamente, e aqueles de quem me são conhecidos apenas as aparências.Os que pouco me devem
e aqueles a quem devo muito. Meus amigos homens feito crianças. Meus amigos humildes e meus amigos importantes.

Os nomes de todos os que já passaram pela minha vida.
Os que me admiram e me estimam sem eu saber e os que eu amo e estimo sem lhes dar a entender.
Eu queria Senhor, neste Natal,

armar uma árvore
de raízes muito
profundas, para
que os seus nomes
nunca mais sejam
arrancados da minha vida.
Uma árvore
de ramos muito extensos,
para que novos nomes,
vindo de todas as partes
venham juntar-se
aos já existentes.
Uma árvore de sombra muito agradável, para que a nossa amizade seja
um momento de repouso no meio das lutas da vida.

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Presentinhos...


Fiquei de postar aqui os presentinhos que eu havia ganhado de meu amigo russo, lembram?
Agora que tenho a minha querida companheira digital posso registrar aqui todas os temperinhos que as pessoas vão adicionando da minha vida. Então segue ai..







Lindinhas essas "mamuska" (não é assim que se escreve, but..)?

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Ainda São Paulo - 25 de Março – Ame-a ou deixe-a.

(um a parte.. já escrevi esse post faz tempo, mas justamente pela falta do mesmo é que não estou conseguindo atualizar meu blog. Tenho tantas coisas para postar: meu afilhadinho na barriga da mummy; o bordado em ponto cruz que estou fazendo; o Natal minha gente, o natal!;) Vamos ver consigo fazer isso semana que vem. Enquanto isso fiquem com minha saga por Sampa)



Acordamos super animados depois de uma noite regada a muito vinho e papo gostoso. Até Luiz Caldas fez um “revivel” na nossa cantoria. Tomamos um pretinho básico e partimos para nossa aventura. Fomos de metrô. Aqui devo fazer um a parte. Quando me disseram que o mêtro de São Paulo era melhor do que o de outros lugares do mundo, fiquei descrente, mas, na verdade, ele é realmente excelente. Rápido, limpo, organizado. Quisera eu Porto Alegre tivesse esse sistema de transporte.

Voltando para nossa aventura, chegamos na “boca” da 25 de Março por volta das 10:30h. Parecia tranquila, sem muito movimento. Entramos no primeiro boteco que vimos para tomar nosso café da manhã (nada light, diga-se de passagem) e outra boa surpresa: bom atendimento, limpeza e 2 esfihas muito deliciosas. Bem alimentados fomos adentrando a galeria com a sensação de que ali faríamos “bom negócio”. Acabei comprando uns apliques fofissimos de strass para colocar em camisetas. Um da Hello Kitty, outro do Snoop, uma libélula, uma flor e uma santa pra dar para minha colega. Não consegui resistir e comprei uma bolsa da Betty Boop, que eu gostaria que fosse de couro, mas ai também já era querer demais!

Nesse ponto já estava super confiante que tinha feito a escolha certa: realmente iria encontrar tudo na 25 por uma penxincha. Andamos mais 2 quadras e ai realmente chegamos ao coração da muvuca. Um fervilhão de pessoas comprando, vendendo, roubando, prendendo. Juro que é de assustar qualquer ser humano!

Entro na primeira primeira galeria, “obscura”, com um trilhão de pessoa tentando caminhar em 2 m2. Mais parecia um formigueiro onde o único objetivo era comprar, comprar e comprar. O Neni já estava nervoso com minha mania de parar no meio do corredor para tentar olhar as coisas. “Fica enconstada na parede. Não para na fila”, dizia ele, já nervoso. E eu achando que isso era mais uma mania de virginiano.. ahã... Enquanto tentava conversar uma coreana prá lá de grosseira, uma moça para no nossa frente e diz: “Me levaram tudo! O que eu faço?”. Olhei meio sem entender o que estava acontecendo, quando de repente olho para a bolsa da mulher: um imenso talho de fora-a-fora. Sim. Haviam passado gilette na bolsa da mulher. Levaram tudo, não deixaram nem um centavo para contar história. Tudo. Absolutamente tudo! Fiquei apavorada. Queria sair dali o mais rápido possível. Só conseguia pensar nos meus cacarecos que estavam na minha bolsa. Na minha carteira com todos os meus documentos e dinheiro. Quando conseguimos sair daquela muvuda o Neni me conta que era por isso que ele ficava insistindo para eu não parar no meio. É no meio que os ladrões agem. As pessoas ficam destraídas e com um monte de gente empurrando que nem nota quando passam a gilete. Quando percebem já é tarde demais.

Saímos da galeria e eu estava disposta a ir embora. Desistir mesmo. Aquele lugar não era para mim. Meu medo de multidão começou aflorar. Mas o Neni me convenceu que não precisa ficar nervosa, que o importante era prestar a atenção a tudo e a todos, e colocar a bolsa bem na frente para não dar chance aos bandidos. Então tá. Continuamos nossa empreitada.

Fui entrando e saindo de tudo que é loja e nada. Nadica mesmo. Os enfeites de natal que eu procurava estavam com preços absurdos. ( Aqui vale um a parte. Absurdos para o que eu achava que deveria ser o preço a ser pago por todo o sacrifício de andar com os nervos a flor da pele.) Andei e andei e tudo para mim parecia ou sem qualidade ou com preços similares a lojas normais. Ou seja, para mim não valia a pena tanto stress.

Não.. é óbvio que não sai sem comprar nada. Ora bolas sou uma mulher! E consumidora! Pois sim. Acabei encontrando uns enfeites que não eram barbadas, mas estavam razoáveis. Comprei uma linda caixa de música a corda com o papai-noel sentado em uma cadeira de balanço, pra lá e pra cá. “I wish you a merry christmas.. I wish you a merry christmas .. and a happy new year.” Amei. Depois comprei para o Érico (meu quedido afilhadinho que ainda não nasceu) aqueles móbiles para pendurar em cima do berço: um sapo rei que se move enquanto toca aquelas canções de ninar. Coisa mais fofa.

Já estava partindo de minha grande aventura quando percebo que bem na minha frente estava o Paradise. Isso mesmo, Heaven my friends! Uma mega loja de bijou com preços realmente atrativos. É claro que não me contive. Comprei um monte. Não tanto quanto gostaria, mas foi o suficiente para me fazer uma mulher feliz.

Compras feitas. Desejo Realizado. Era hora de ir embora. Mas ainda tinha o “gran finale” a nossa espera. Batida do Rappa (fiscais da prefeitura, mas duvido que ninguém saiba). Gente, confesso que nunca tinha visto nada parecido da minha vida toda! Foi como ser atropelada por uma manada. O povo corria feito louco. Literalmente se jogava na frente dos carros que passavam em uma avenida movimentadíssima. Ah! Um dica, que pode salvar tua pele: sai da frente! Ahã. Sai da frente ou eles te atropelam. Eu fiquei que nem uma abobada olhando de um lado para o outro sem reação. Foi o Neni que me puxou antes que um camelô me jogasse no chão. Ficamos ali enconstados em um poste esperando tudo passar. Experiência bizarra.

Exaustos era o fim da linha. Fomos para casa.

De tudo, ficou a certeza que a rua 25 de março “não me pertence”. Não faço parte daquele habitat. Não suportaria tamanha loucura outra vez. Descontos existem, mas não valem o sacrifício.

Os: é claro que a loja que descobri de bijou é tudo! Na próxima vez, eu vou direto nela e era wilson.. hehehe















sexta-feira, novembro 24, 2006

Las fotitos

Tentei colocar as fotos respectivas no próprio post... mas num deu...

Segue aqui então as fotos do jantar maravilhoso do Giovani.











a parte...

Incrível! Minha irmã já está se achando gorda?!!! Mal dá para perceber a barriguinha... imagina quando ela estiver com aquele barrigão de 7 meses? ehhehe

São Paulo - a cidade que nunca dorme

Feriado de finados. Fui para visitar a familia de meu noivo, muito mais interessada, é claro, na cidade que nunca para. Fiz inúmeros roteiros e descobri lugares mais interessantes ainda para desvendar. Infelizmente nem tudo pude ver. Os que pude, alguns prometiam mais do que efetivamente oferecem. Mas vamos por partes e pelo começo.

Graças a Deus não precisei mofar no aeroporto como todos os pobres coitados que resolveram passear em plena crise aérea. Nosso vôo atrasou, se é que se pode chamar isso de atraso, 10 minutos. Chegamos em Guarulhos felizes, mas de cara presenciamos o tumulto de outros que não tiveram tamanha sorte: um passageiro aos berros (visualize as veias do pescoço quase explodindo) com uma outra passageira porque ela não estava respeitando a fila! Juro que fiquei com medo. Achei que iria rolar pancadaria geral. Cheguei a ver o cara voando no pescoço da “perua” como ele mesmo a chamou.

Ficamos ali no aeroporto mais 1 hora porque o Neni não avisou a mãe dele direito e quando chegamos ela estava a recém saindo do apartamento deles que fica longe para caramba de guarulhos. Imagina minha alegria. Mas tudo bem, como ainda estava “dopada” de dramin não estava muito para brigas.

Largamos nossas malas e fomos direto para o roteiro nº 1: comprar nossa máquina digital. Sim. Eu consegui, finalmente entrei para o mundo digital! Não é a que queríamos, mas é a que precisávamos. Poderíamos ter abusado e comprado uma semi-profissional, só que com todas as despesas do casamento isso seria uma insanidade. Então nos contemos e compramos uma Sony cybershot com 6.0 megapixels. Tudo o que um ser humano, que não pretende ampliar suas fotos em tamanhos ultrajantes, precisa. Já sai fotografando a Av. Paulista, vazia para seus padrões sem no entanto, perder o encanto.

Fomos almoçar com a família do Peão, amigo-irmão do Neni. Não os conhecia, mas passei a adorá-los. Gente simples, com o coração imenso. Família que almoça unida, que senta na sala para jogar papo fora. Familia parecida com a minha. Os pais deles lembraram muito os meus. O pai mais generoso e sorridente, a mãe mais observadora e franca. Ainda tinha o “Bem” uma caturrita lindona e muito simpática que ficava voando de ombro em ombro. E não nos esqueçamos do “filó” que ganhou nome de fêmea porque não sabiam que ele era um gatinho macho. Recém chegado, o filó ainda estava conquistando seu espaço. Foi bem bacana conversar e ensinar a eles os segredos de se ter um gato em casa. A dona, irmã do Peão, estava bem nervosa. Parecia o primeiro filho. Hehehe. Fui junto com ela a uma petshop digna de São Paulo. Imensa mesmo. Aproveitei e comprei uns apetrechos para minhas filhotas, é claro.

Na despedida, tive uma surpresa que me emocionou muito. Eu havia comentado com eles que eu adorava a época de natal, que inclusive tinha achado lindo as velas em formato de papai noel e mamãe noel. Pois não é que a irmã do Peão me aparece com uma caixa enfeitada por ela com as duas velas dentro? Ao mesmo tempo que fiquei embaraçada, não sabia por onde começar a agradecer. Gesto simples, mas que marca nossa memória com certeza. (Muito obrigada a você!). Muito bom ser recebida de braços abertos em uma família que sem te conhecer passa a te querer tão bem.

Era hora de irmos jantar na casa do Giovani. Já estávamos atrasados e exaustos. Pensamos em desmarcar, ainda bem que não o fizemos. Mau sabíamos o que nos esperava...


De cara fomos recebidos com kir royal bem geladinho. Mesa posta requinte, com toda a poupa que um jantar merece. De entrada tivemos um maravilhoso bolinho frito recheado com lombo ao gengibre. Nem consigo descrever aqui o quão gostoso foi. Divino. Receita adaptada do livro “O retorno do Chef” de Jamie Oliver. Depois tivemos uma sopa de ervilhas com camarão. O Neni fez uma força para comer, porque estava um pouco apimentado. Eu, por outro lado, estava adorando. Em seguinda, como prato principal foi servido lombo ao curry verde. Da água na boca só de me lembrar. Para finalizar essa luxúria gastronômica: creme de manga com cassis.

Confesso que depois de tudo essa orgia, só me restou dormir com os anjos. Acabamos ficando no quarto de hóspedes mesmo, porque a casa do Giovani fica um pouco longe da casa dos pais do Neni. Não poderia ter sido melhor, pois no dia seguinte teríamos uma maratona e tanto.
see ya,

quarta-feira, novembro 01, 2006

FEIRA DO LIVRO - Minha Paixão

Começou neste último final de semana a tão querida Feira do Livro de Porto Alegre 52º edição.

Muitas histórias, amores, paixões, tristezas, alegrias, triufos, tragédias, comédias, suspenses, relatos, vidas, por ali circulam. Sonhos se concretizam e lutas se travam. Alguns enriquecem a alma, outros o bolso. Professores se tornam alunos. O novo se encanta com o velho. Sabedorias são questionadas. O antigo se transveste para conquistar a todos. Dívidas são pagas. O esquecido é lembrado. Amantes se desencontram. Soldados partem. Curas são descobertas. Corações desolados. Feridas cicatrizam. Nascimentos celebrados. Muros erguidos. Fronteiras desbravadas. Testemunhos são feitos. Promessas quebradas. Viagens de muitos dias. Cidades destruídas. Casamentos realizados.

Tudo isso e muito mais se pode encontrar na Praça da Alfândega, carinhosa hospedeira dessa feira que a cada ano aumenta um pouco mais. Aumenta para contemplar mais leitores. Para encantar crianças e adultos.

Eu já dei minha passadinha por lá. Comprei um lindo livro ilustrado que conta a lenda do “Negrinho do Pastoreio”. Fiquei emocionadíssima. Lembrei de minha mãe, leitora voraz, que sempre me contava essa história. Lembrei de como adorava percorrer a praça, entre os Ipês Roxos, atrás de livros raros, de lançamentos, de pexinchas.

Ir a feira é uma tradição familiar que passa de pai para filho. Meu avô levava minha mãe. Minha mãe nos ensinou a se encantar por ela. E meus filhos, quando existirem, também serão cativados. E assim espero que aconteça com muitas gerações de minha familia: que aprendam o valor de uma boa leitura.

E para você? Quanto custa o peso de sua cultura? ;-)

See ya,





terça-feira, outubro 31, 2006

Humanidade

Não importa o quanto eu viva e quanta experiência eu adquira, a humanidade sempre me surprende! Infelizmente mais para coisas ruins do que para coisas boas!

quinta-feira, outubro 26, 2006

Passarinhos

Inspirada pelo post de hoje da Giorgia que fala sobre passarinhos, resolvi postar um poema do poeta gaúcho Mário Quintana:

Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada, que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
Não tem muito a ver com o post dela, mas fala sobre passarinhos! ;P hehhehe
See ya,

quarta-feira, outubro 25, 2006

YOU WILL ...

Many nights we pray
With no proof anyone could hear
And our hearts a hopeful song
We barely understand
Now we are not afraidA
lthough we know theres much to fear
We were moving mountains long
Before we know we could
Oah yes
There can be miracles
When you believe
Though hope is frail
Its hard to kill
Who know what miracle
You can achieve
When you believe
Somehow you will
You will when you believe
In this time of fear
When prayer so often proves in vain
Hope seems like the summer birds
Too swiftly flown away
And now I am standing here
My hearts so full I cant explain
Seeking faith and speaking words
I never thought Id say
There can be miracles
When you believe
Though hope is frail
Its hard to kill
Who know what miraclea
You can achieve
When you believe
Somehow you will
You will when you believe
They dont always happen when you ask
And its easy to give in to your fear
OhhhhhBut when youre blinded by your pain
Cant see you way safe through the rain
Thought of a still resilient voice
Says love is very near
There can be miracles
When you believe
Though hope is frail
Its hard to kill
Who know what miracles
You can achieve
When you believe
Somehow you will
You will when you believe
You will when you believe
You will when you believe
You will when you believe
JUST BELIEVE
You will when you Believe

segunda-feira, outubro 23, 2006

Not a ordinary sunday!

Ontem parecia que seria mais um domingão daqueles sem muito a fazer. O dia estava lindo, sol brilhando no céu azul. Resolvemos ir caminhar no Jardim Botânico para fugir do inferno que deveria estar o briquê com os engajados de plantão.

Tinha convidado o Má para tomar um chimas. Mas ele não respondeu. Então fomos só eu e o Neni mesmo. Caminhando, porque é bem pertinho de casa. Ao chegar lá tinha me esquecido que precisava pagar, ainda bem que é bem baratinho a entrada: R$ 2,00 por pessoa. Começamos a caminhar e de cara fomos pro laguinho superpopuloso de jabuti ou será cágado? Nunca vi tanta criaturinha juntas em um mesmo lugar. Fofinhas demais. Umas tomavam sol enquanto outras só ficavam com a cabecinha de fora nos observando passar.

Seguimos adiante procurando as placas para tentar identificar as árvores. Infelizmente, apenas algumas estavam com placas. Mas foi divertido de qualquer forma.

O Má ligou perguntando se o chimas ainda estava de pé. Respondi, "claro, só que estamos no Jardim .. topas?". Prontamente ele aceitou.

Quando o Má chegou, fomos a mini exposição de cobras. O cheiro me lembrou o laboratório do Ministério que meu tio trabalhava. Como não gosto nem desgosto de cobra, foi normal. Depois vimos outra exposição de ossos de dinossauros. Logo na entrada tinha uma boca gigante de um jacaré pré-histórico. Eu é que não queria encontrar com aquele bicho.

Depois ficamos caminhando e observando as maravilhas da natureza. Acabei encontrando umas cascas de sementes em forma de flor que eu andava procurando faz tempo. Adorei. Peguei algumas para depois usar no meu artesanato.

Foi uma manhã gostosa, com companhia interessante, falando de tudo um pouco. Depois fomos almoçar no Prato Verde, comida vegetariana da melhor qualidade. Caminhamos um pouco pelo briquê, que por sinal estava até bem normalzinho (acho que os políticos não aguentaram o calor.. hehehe. ). E depois, of course, era hora da sonequinha da tarde.

O Má nos largou em casa e marcamos um pick-nik (vixi.. é assim que se escreve?!!) para daqui 3 semanas no mesmo bat-local . Acho que vai ser muito divertido!!

Simple life, simple things. What can be better?!!

See ya,

terça-feira, outubro 17, 2006

A difícil arte de se comunicar...

Ainda hoje, passados 10 anos do meu primeiro dia da faculdade, lembro claramente do discurso do professor sobre os ruídos na comunicação. E de como ele deixou claro a importância de saber transmitir a mensagem escrita. Sim, de todas as formas de comunicação essa é a mais complexa.

A complexidade está no fato de que, na maioria das vezes, o comunicante não está presente no momento em que o comunicado recebe a mensagem. Ou seja, o comunicado conta apenas com as palavras para entender o que o comunicante quer transmitir. Por sua vez, o comunicante não pode se utilizar de outros tipos de linguagens para se fazer entender, por exemplo, a linguagem corporal. Muito menos, poderá ele, contar com a linguagem falada. Restará apenas ser compreendido por aquilo que escreveu. E ai resta toda a questão.

Um texto que não tenha sido claramente escrito, sem ambiguidades, traz confusão e má interpretação por aquele que o lê. Pode trazer tristeza tanto quanto ódio. Pode fazer rir ou chorar. Pode trazer amigos ou criar inimigos. Pode abrir portas ou fechá-las com a rapidez de um pensamento. Tudo dependerá de como a pessoa que o leu compreendeu o que estava escrito.

E este para mim é o grande desafio dos blogs: a compreensão. Esse é o motivo pelo qual escrevo hoje. Nesses meus 4 meses no ar, pude perceber o quão difícil é se fazer compreender e de compreender os outros. De como não estar presente, na hora que alguém lê o que eu escrevi, faz diferença. Não me refiro só, ao que escrevo aqui, pelo contrário. Refiro-me, acima de tudo, ao que escrevo nos comentários de outros blogs. De como espero uma reação positiva e vejo minhas palavras sendo mau interpretadas ou pior ignoradas. De como eu, às vezes, vejo palavras doces e bem escritas se tornarem ríspidas e secas. E de me perguntar: “Será que era realmente isso que seus criadores queriam transmitir ou eu estou colocando meus sentimentos, minhas angustias, meus medos na hora de interpretá-los, ou será que o contrário também é verdadeiro?”

Interessante é perceber que pessoas que não me conhecem e que eu não conheço passem a ter importância por aquilo que escrevem ou deixam de escrever. E de como tudo seria mais fácil se pudessémos estar bem ali, na hora que nossa mensagem fosse recebida. Só para poder dizer, com um sorriso, ou com palavras: “ei, não foi isso que eu quis dizer...”.


See ya,

segunda-feira, outubro 16, 2006

Im back...

Sai e nem disse para aonde ia. Agora volto para dizer aonde fui.

Fui ver minha querida family em Floripa, terra da
Giorgia . Apesar de todas as minha preces, foi um feriadão quase que inglês: tudo nublado, cinzento, chuvoso e frio.

Foi também um feriado triste. Nosso cãozinho querido se foi. Depois de nos acompanhar por 14 anos, Conhaque foi ter seu devido descanço. Esteja com Deus, meu querido. Saibas que jamais serás esquecido!

Em resumo, os quatro dias de descanço foram literalmente para descaçar. Muita Net e papo jogado fora. Comidinha da mummy e carinho do daddy. Muitos abraços, beijos e lambidas de todos os fofuchos carrochos. Muita roupa suja também, afinal brincar com 6 cachorros num é mole não!

Conhecemos a Banca 32, no mercado público de Floripa. Muito legal, mas cheia. A comida, devo confessar que não me disse nada. Até "patinhas" de siri eu provei. O que eu achei? Meio sem graça. Ou talvez fosse meu paladar que não estivesse grande coisa. Nada ali me atraiu muito. A não ser é claro, pãozinho torrado com molho de pimenta verde. Eita pimenta boa!!! Devia te comprado um vidrinho para mim. O chopp estava no ponto e o papo rolou até eu ficar meio "grog".

Depois fomos tomar sorvete na Lagoa da Conceição. Não gostei também. Achei o buffet de sorvete de Canasvieras infinitamente melhor. Sorvete com sabor de verdade e não aqueles sabores artificiais que nos vendem!!

Ali encontrei uma ferinha local. Adorei. Acabei achando um fornecedor de lâmpadas chinesas. Ou melhor, lanternas chinesas. Fiquei hiper feliz, pois se não achar as mesmas em São Paulo, já tenho aonde procurar. Aluguel ele faz R$ 8,00 cada uma, para comprar devo pagar R$ 14,00.

A volta é que foi dolorida. 8 horas. Trânsito pesado. Enormes engarrafamentos em plena BR-101. Não vejo a hora dessa duplicação acabar!

See ya,

terça-feira, outubro 10, 2006

Digital Camera

Eu quero! Eu quero! Eu quero! Buáaaaaaaa!

Queria tanto uma câmera digital que me desse asa para alimentar esse blog! Como não tenho nenhuma, fico meio entediada de só escrever. Sim. Sou uma pessoa que gosta de "visu". Tudo para mim só tem graça se eu posso enxergar, ver a beleza das coisas. Raro, são os blogs que sou fã que não possuam um visual arrojado e intrigante. Fotos de tudo que é tipo. Animais, pratos, viagens, pessoas. Tudo, absolutamente tudo, me encanta.

Queria poder compartilhar essa minha adoração aqui também. Possuo uma antiga máquina fotográfica profissional. Amo-a de paixão. Ela me traz inúmeras recordações. Não, não está quebrada. Continua inteirinha e funcionando. O problema é o custo. Puxa! Como é caro para revelar fotos nesse país! Dai essa febre de cameras digitais existentes hoje.

Lembro que quando lançaram essas "geringonças futuristas", eu não queria saber delas. Não! Para mim, fotografia era a maneira antiga. Muito mais charme, muito mais recursos. E além do mais, tinha acabado de aprender realmente a manipular minha Yashica 109 (é eu sei, por favor não riam!). Máquina que comprei com muito esforço na época. Lembro até o hoje o quanto paguei: R$ 799,00. Não é tanto?! Bom, mas eu não disse o ano, certo? 1995, 1º Ano da faculdade. Naquela época, isso era um dinheirão (Se bem que para mim, ainda hoje, é um dinheirão!! ). Lembro que eu desejava uma Nikon ou uma Canon, mas o "dindin" só dava para essa. Então, quem não tem cão, caça com gato... Caçei muito com ela. Lindas fotos, devo me gabar. Algumas estão pinduradas na minha parede. Outras em meus inúmeros álbuns. Tenho até aquelas que sairam uma M., mas que me fazem lembrar como é difícil acertar foco quando se usa óculos e o sol bate no teu olho.

Bom, por isso mantenho-a bem perto de mim. De tempos em tempos, vou ali, dou uma verificada para ver se ela não está enferrujada ou com teias de aranha. Testo minha visão, que está piorando cada ano que passa. Testo para ver se ainda consigo acertar o foco. Constato que conseguir eu consigo, mas é melhor tirar foto de coisas paradas, porque se forem em movimento até eu acertar a coisa já passou. Ai, jesus!

Ah! Já ia me esquecendo. Ela tem um lindo tripé. Carissimo, por sinal. Usei ele tão poucas vezes, que chega a dar dó. É de titânio. Levíssimo. Ganhei do meu irmão no Natal que passamos em Oxford. O porquê do não uso? Nunca comprei o acessório que instalado na máquina impede a "tremedeira".

Voltando ao custo das fotos. Pois então. É tão caro revelar fotos aqui, que acabo usando a máquina apenas para viagens. Nunca para coisas simples da vida. Além disso, se quisesse passar para o computador teria que scanear. Sinceramente, até hoje não encontrei nenhum scaner que deixe a foto com a original. Talvez os usados em editoras, agências... etc, façam isso, mas não os caseiros. Fica tudo pálido. Fica tão sem graça, que é melhor nem scanear.

E é por isso que eu quero uma câmera digital. Eu preciso de uma!

Quando eu comprar uma, vou tirar tantas fotos, das coisas mais absurda possíveis. E vocês serão minhas testemunhas
!
Era wilson,

see ya,

sexta-feira, outubro 06, 2006

Pesadelo

Ontem tive um pesadelo horrível: tudo dava errado em meu casamento! Dificilmente conseguiria transcrever todas as sensações e sentimentos que abarrotaram minha mente, mas vou tentar ser o mais “descritiva” possível.

A festa estava acontecendo no pátio da casa da minha vó!! Nos fundos. Na churrasqueira, caindo aos pedaços. (Aiiiiiiiii! Para que conhece, deve imaginar o quanto fiquei apavorada.) De repente começa a cair um toró (tradução: chuva torrencial) daqueles. Os convidados quase chegando e eu sem maquiagem e com o cabelo todo desarrumado. Corro para a cozinha chorando e tento arrumar meu cabelo, em vão. Lembro do buquê. Cadê o buquê!! Não tinha buquê! Tinha apenas as flores atiradas sobre a mesa. Tento reuni-las em um laço de fita de cetim. Fica horrível. Retiro a fita e tento fazer de novo. Cadê os cabos das flores? Ficaram subtamente pequenos. Impossível de amarrar. Grito, mas a voz sai fraca, quase inaudível. Ninguém me ouve. Tento gritar mais alto ainda. Nada.

Ufa! Acordo, mas a sensação fica. Será que isso foi um presságio? Minhas colegas de trabalho, disseram que tenho que relaxar um pouco. Fazer yoga. E não me preocupar, porque geralmente os sonhos são o contrário da realidade.

Será?! Assim espero.


See ya,

Preparativos

Na quarta fomos ver um fornecedor de vídeo, lá no Menino Deus. Saudades daquele bairro. Fazia tempo que não aparecia por ali. Está tudo muito diferente, mais moderno. O charme, no entanto, não mudou.

Estacionamos no Zaffari, instalado em um antigo terreno-fazenda. A casa tombada está maravilhosa. Cheia de janelas. Comentei com o Ni que eu adoro casa cheia de janela. Entra mais luz, ambiente mais positivo. E como, hoje em dia, as casas têm poucas janelas Ni, como um bom engenheiro, já veio me dizendo: “É que hoje em dia, é muito caro fazer janelas. Fica mais barato optar por iluminação artificial.” Ahã. Pura verdade. Mas eu detesto iluminação artificial. Gosto de luz do sol. Gosto de ter o ar entrando pelas janelas iluminadas.

Fomos caminhando até o prédio da produtora de vídeo. Lembranças da minha infância foram surgindo. Do tempo em que minha mãe nos levava para passear. De irmos buscar meu irmão caçula na escolinha “Cisne Branco”. De irmos comprar papel de carta para nossa coleção na loja “Tio patinhas”. Tempos que não voltam mais, já dizia uma bela canção.

Bom, voltando para a produtora. Fomos muito bem recebidos. De cara, gostamos do lugar. Sentamos para ver um dvd de casamento feito por eles. Menu muito show. Foto do casal em preto e branco, só o buquê da noiva em vermelho. “Começou bem”, pensei. Making off dos preparativos e.. U2 na trilha de fundo! Meus olhos encheram d’água. Era a música que abriu o show deles em Buenos Aires. Novas lembranças. Deu um aperto no coração, um frio na barriga. O sonho se concretizando.

O rapaz continuou a apresentar o dvd, tudo bem bacana. Bem dirigido e editado sem monotonia. O engraçado foi ver a noiva totalmente preocupada com as fotos e as gravações. Nada paracia muito natural, tamanha a necessidade dela que tudo fosse registrado. Espero que o mesmo não aconteça comigo.

No final o resultado nos agradou. O preço não foi o dos melhores, mas também não é nada exorbitante. Agora é decidir entre os muitos ofertados.

Mas, uma coisa no dvd me trouxe dúvidas. Nunca quis casar em Igreja. Acho chato, demorado e sem romantismo. Passa a visão da Igreja sobre casamento e não a minha visão. Gosto mais do estilo americano, com jardim, troca de votos, cumplicidade, trilha sonora romântica.

No entanto, estava disposta a trocar meu sonho para agradar aos meus pais, aos pais dele, enfim a todos. O dvd mudou isso. Voltaram as dúvidas, voltou aquela sensação de não estar fazendo o que realmente quero e de que estou sendo convencida por todos que esse é o caminho certo, mas não quero o certo! Não quero aquelas músicas sacras. Não quero ficar parada frente a um Padre, enquanto ele fala sobre coisas que desconhece. Quero que todos ao redor saibam as razões e motivos pelos quais escolhi o Ni para ser meu companheiro. Quero que ele diga a todos o porquê dele me amar. Quero que todos saibam que estamos fazendo ali muito mais do que promessas e juras, que estamos iniciando uma familía, na crença que pertencemos um ao outro.

Resta saber qual atitude irei tomar...


See ya,

quarta-feira, setembro 27, 2006

Aprendiz 3 - The End

Ontem foi a final do "Aprendiz 3", muito suspense e uma ótima surpresa: o Anselmo saiu vitorioso.

Por várias vezes durante o programa achei que o mau caratismo iria prevalecer.

Tremi muito, confesso. Parecia que eu é que estava sendo entrevistada. Torci muito para que as respostas do Anselmo fosse claras e objetivas. Torci para que a máscara da Bia caisse.

Cair não caiu, mas deixou uma beirada a mostra. E acho que isso foi fundamental para sua queda. Faltou conteúdo "humano". Inegável que ela tem talento, que ela conhece marketing. Mas isso não é o suficiente, pelo menos para mim, para ganhar uma oportunidade como esta. Precisa ética e respeito ao próximo, coisa que passam longe da profissional Bia.

Faltou acima de tudo, para Bia, humildade. Cheia de sorbeba, já se via vencedora. Menosprezou o adversário. Insolente, respondeu perguntas decisivas com respostas vazias.

Perguntada: "Me explique essa questão levantada por todos, de que você quando é líder, move mundos, mas quando é liderada age passivamente ou até mesmo boicota o projeto." Respondeu que era agressiva mas não uma má pessoa. E só. Não comentou essa falha tão gritante em seu caráter. Igonou, apenas.

Entre escolher entre Gandi, Bush, Mandela, optou por Churchill. "Porquê?" - perguntou Justos. "Ah.. eu sei que ele era beberrão, mas sei lá. Gosto dele. Foi fundamental para acabar com o Nazismo...é gosto dele." ãh?!!!

Animal que se indentifica? "Leão. Porque ele zela por todos na selva. Apesar dele mandar a leoa caçar é ele que protege a todos. " hum... tá bom.

Pior ainda foi optar por salvar Bill Clinton em detrimento de Stephen Hawkings. Sem comentário!

Anselmo, em contrapartida, escolheu a formiga como animal que mais se identifica.Salvaria Hawkings e optou por Gandi. Seu super herói foi o superman, por ser aquele que lidera por exemplos.

Justo. Muito justo. Finalmente o bom superar o ruim. O ético vence o sem escrúpulo. O conteúdo vence a aparência.

Que bom seria se sempre tudo fosse assim...

see ya,